Considero DENISE MAGALHÃES como uma das maiores decoradoras de festa do mundo. Já fui a diversas festas que ela decorou e a cada vez é uma surpresa, um impacto de beleza, tudo com muito bom gosto, elegância e criatividade.

Denise consegue ser ao mesmo tempo florista, designer, decoradora e cenógrafa autodidata. Ela já fez casamentos pelo mundo inteiro: Nova York, Miami, Marrocos, São Paulo, Minas, Rio… e em cada lugar consegue transformar este momento de alegria num acontecimento de sofisticação e originalidade.

MP

Denise Magalhães com um de seus maravilhosos arranjos de flores.

Mesa de doces de uma festa de 15 anos. Parecem que as bandejas flutuam em cima das bolas de flores, SENSACIONAL!

Mesa de doces toda branca, amei!

Adorei a ideia de várias mesas de doces diferentes para este casamento a tarde. Acho que fica divino o azul e branco!

Festa com clima oriental, reparem a grandiosidade da entrada…

Mesa de oferenda a Buda.

A mesa de doces é absolutamente feérica!

Maravilhosa! Reparem os lustres pendurados em diversas alturas, a arvore de flores brancas no centro e a variedade de docinhos…que delícia!

A mesa principal dos noivos. Os castiçais de cristal Baccarat são únicos!

Detalhe de um dos buffets.

Realmente Denise dá um show! Aguardem as próximas publicações!

Rua Sergipe 1180

Savassi, Belo Horizonte

Tel + 55 31 21038500

www.verdequetequero.com.br 

 

Nossa maravilhosa e querida Vivi Rocha, nos conta hoje mais um pouco sobre suas andanças por Paris!

AC

 

“Em Paris quando a programação é ir à um museu a primeira coisa que faço é saber se lá tem restaurante ou café para o almoço ou para um encontro. Acho muito cômodo já sair de manhã com o dia esquematizado. As vezes perdemos um tempo enorme se deixarmos para pensar na última hora, por exemplo, onde comer.

Os restaurantes ou cafés dos museus tem movimento o dia todo, garantindo assim que não encontrarei um lugar “as moscas” se tiver fora do horário tradicional das refeições. Franceses se misturam a esses ambientes ecléticos seja para uma refeição ou somente para “prendre un verre”, “un gâteau” , ou um expresso.  Além da atmosfera agradável, essa paradinha é uma boa recompensa para as pernas após as grandes caminhadas dentro dos museus.

 

Meus prediletos são:

No Louvre/ Café Marly : localizado ao lado de fora do museu, na praça da pirâmide o Café Marly da cadeia Costes é lindo seja ao ar livre com vista para o museu e a imponente pirâmide ou no interior com confortáveis estofados em veludo capitonnés, paredes com lindas boiseries e janelões para um pátio interno do Louvre. Esse restaurante, tem um astral lindo, comida sempre boa, gente bonita e mistura de intelectuais, turistas, e locais. Todos abençoados pelo belo visual para a pirâmide.

 

 

No Museu d’Orsay tem 3 opções. Eu fico entre o romântico e tradicional “1900” com decoração sóbria e clássica, lustres de cristal e belos trompe l’oeils.

Essa é uma elegante opção para o chá da tarde acompanhado de uma deliciosa pâtisserie.

 

 

A outra opção é o restaurante dos irmãos Campana, um tributo contemporâneo ao estilo Art Nouveau criado pelos famosos arquiteto brasileiros.  O Café Campana inaugurado em 2011, está estrategicamente localizado no espaço onde fica o legendário e gigante relógio de vidro e através do qual temos a vista para as margens do esplendoroso o rio Sena.

 

 

 

 

No Museu Georges Pompidou / restaurante Georges: No sexto andar do museu tem o  “Georges” com vista espetacular para os telhados de Paris, também da cadeia Costes segue a tradição do bom gosto na decoração e mantém o mesmo menu dos demais da mesma cadeia, uma delícia. A curtição já começa pela entrada que pode ser pela famosa escada rolante que fica do lado de fora do museu.

 

 

Le  Grand Palais/ restaurante Le Mini Palais : Do lado de fora do Grand Palais, à direita em direção ao rio Sena, bem na esquina, tem o Le Mini Palais, recém inaugurado, um charme e uma comida ótima. O Brioche gigante com massa de queijo é inesquecível!

 

 

 

 

Museus como o Quay Branly e o Palais De Tokyo também tem restaurantes com vistas espetaculares.

Não esquecer de consultar o horário de funcionamento, alguns abrem para o jantar e outros só durante os horários de funcionamento do museu.

Saudades de Paris!

VIVI ROCHA para o 40 FOREVER

 

www.maisonthierrycostes.com

www.musee-orsay.fr

 

AC

 

Meu desbravador dos sertões da música clássica Rafael Fonseca!

 

Meu maravilhoso mestre e personal Vergílio, isto mesmo pois como o poeta, ele é o melhor condutor pelo mundo celestial da música… Trato de Rafael Fonseca que visita o nosso BLOG para contar sobre sua última incursão musical: são as viagens mais fantásticas! BN

RAFAEL FONSECA:
” 
Quem nunca ouviu dizer que Salzburg é a Meca da Música Clássica? Que seu festival é o mais importante do mundo? Não retiro um único milímetro disso: Salzburg é a cidade da música par excellence — e estamos conversados. Neste último Festival de Verão, tive a honra de formar um seleto grupo e levar uma das três blogueiras mais chique das Américas comigo: Bebel Niemeyer. Ela e Paulo puderam conferir a grandiosidade do que é apresentado na charmosíssima cidade de Mozart. Vimos e ouvimos András Schiff, Daniel Barenboim, Mariss Jansons e todo um elenco estelar que você só pode ter, assim, reunido, lá mesmo.

 

BN e Rafael Fonseca na maravilhosa Salzsburg!

 

Salzburg é isso, é tradição. Você vai ver pessoas trajadas inteiramente de tirolês, vai se sentar — como aconteceu conosco — perto de pessoas mundialmente famosas. Bebel sentou-se a uma cadeira de Angela Merkel; outra vez ficamos logo atrás do maestro Simon Rattle (que foi ouvir a mulher, Magdalena Kožená no Mozarteum); e ainda numa outra, num frenesi que abalou todo o teatro, estávamos pertinho da diva maior do momento, a russa Anna Netrebko, o que deixou o nosso Embaixador Cannabrava quase sem ar! Até um bom papo com András Schiff pudemos ter, como Bebel já noticiou aqui.

Mas eu me sentei aqui para escrever sobre Edimburgo. Então, se Salzburg está com essa bola toda, pra que ir pra Edimbrá? Essa é uma pergunta que pode passar pela cabeça de vocês. Bom, um primeiro motivo pode ser o econômico [risos], já que a capital escocesa é sensivelmente mais em conta que a cidadela austríaca. Mas o Edinburgh International Festival tem o seu charme, deixe-me fazer, aqui, sua defesa.

 

 

O Festival de Edimburgo é o maior festival de artes do mundo. A programação é inacreditável, você pode assistir a excelentes produções shakespearianas de teatro, ver dança moderna (inclusive, nossa Debora Colker estava lá), ver balé tradicional, exposições (havia uma mostra ótima de Van Gogh e Kandisnki), ver espetáculos típicos (a Cavalaria Real, por exemplo), e uma programação de Música Clássica de peso. As datas coincidem com Salzburg e pode-se dizer que são festivais concorrentes. O que Edimburgo tem como vantagem, se Salzburg é tão especial?

O que atrai na capital escocesa é essa diversidade. Sim, porque além da enorme programação oficial, ainda tem o Fringe, que é a programação paralela. Nela você tem Pubs virando teatro para apresentações alternativas, antigas igrejas virando casas de jazz, malabaristas na rua, corais jovens nas praças, shows nos parques. Não haverá um único terráqueo se sentindo fora do lugar. E são coisas do mundo inteiro: como eu já citei, estava lá a Debora Colker com o espetáculo “Tatyana” e o ator Guilherme Leme com a peça “O Estrangeiro”.

E na parte musical, como eles sacaram que tradição era o peixe de Salzburg, então eles vendem inovação. Com nomes também muito importantes, como Esa-Pekka Salonem, Iván Fischer ou Daniil Trifonov, eles dão espaço a obras interessantíssimas. Pude conhecer peças sinfônicas do letão Pēteris Vasks, da sul-coreana Unsuk Chin, do italiano Giacinto Scelsi, todos compositores de porte.

E depois você pode dar uma esticadinha até Saint Andrews, a uma hora e meia de carro dali, cidade universitária das mais charmosas — onde, aliás, Kate conheceu William, com paisagens fantásticas! Nada se parecerá com o interior britânico, aquela vegetação que parece ter sido planejada por paisagistas.

 

Ruínas da antiga Catedral, em Saint Andrews.

 

E você pode dar, ainda, uma esticada até Inverness, a capital dos Highlands!

 

 

Por tudo isso, dou minha dica: podendo, faça como eu fiz esse ano, 10 dias em Salzburg e mais 10 dias em Edinburgh (antes ou depois, não importa!), e você vai alimentar sua alma de música e arte com experiências incríveis!” RF

CLIQUE AQUI PARA O SITE DE RAFAEL FONSECA!

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...