Esta é a cara da nova loja da SANTA EPHIGÊNIA que acabou de abrir em Ipanema na Galeria Ipanema 2000 na Visconde de Pirajá. O lugar é super central e maravilhoso e a loja está uma preciosidade! Roupas lindas coloridas como os quadros de Frida Kahlo. Luciano Canale é um super designer e suas roupas são a cara do nosso Rio de Janeiro descontraídas e alegres para um verão que promete…

MP

Araras coloridas…

Vitrine bem Frida!

Clássico elegante!

Moderno chic! Adoro com jeans…

Bem verão…

Este longo meio transparente com uma rasteira é tudo de bom e chic!

Maravilhosa esta bolsa de Laura Lima!

Adoro tudo com cruz! esta é linda!

Vestidinho para uma tarde bem carioca!

 

Bijoux também…

Luciano em frente a sua vitrine coloridíssima!

MP

 

 

Minha cunhada amada, Andréa Magalhães Lins, volta ao 40 Forever hoje para nos contar sobre a exposição e o trabalho de LUIZ ERNESTO.

AC

 

 


“Apresento hoje, o artista plástico e meu professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Luiz Ernesto Moraes.

Ex-aluno desta escola, Luiz Ernesto, foi diretor da mesma de 1988 a 2002. Em 1992 passou um ano na Escócia, cursando uma bolsa de estudos, no Glasgow Print Studio onde desenvolveu uma série de trabalhos em diferentes técnicas de gravura. Desde 1979, tem participado de exposições individuais e coletivas. Seu trabalho desenvolve-se em diversos meios, como desenho, pintura, objetos e fotografia e tem como ponto de partida os objetos banais do cotidiano.

Vale a pena visitar  –   http://www.luizernesto.com.br

 

 

“Quase poemas”, frutos da mistura de imagem e texto, em peças que em sua composição propõem uma discussão dos limites e definições técnicas da pintura, em uma época que oferece ao artista inúmeras possibilidades para a produção de imagens.

Assim Luiz Ernesto apresenta “Pintura Muda”, O belo trabalho meticuloso e detalhado que está desde 8 de novembro e fica até  8 de dezembro, na Galeria Silvia Cintra.

 

 

As dez obras, representam uma evolução natural da linha adotada de forma mais intensa pelo artista na última década: o uso de imagens de objetos do dia a dia, associadas aos “quase poemas”, por definição do próprio autor, que juntos adquirem um novo sentido.. Ele utilizou materiais como: resina epóxi, fibra de vidro e fotografias, que não pertencem à tradição da pintura. Após fotografar objetos, imagem central da peça, o artista começa a laminar uma placa em fibra de vidro, alternando resina, a imagem impressa e pigmentos. A frase entra impressa em uma das camadas, dando toque fundamental. O resultado é uma peça inteiriça, na qual a resina funciona como estrutura e também parte integrante da obra. “Não tenho a pretensão de dizer que são poemas, mas diria que são quase. As palavras vêm ganhando peso em meu trabalho e essas frases são não apenas um complemento das imagens, mas parte fundamental”, diz Luiz Ernesto.

 

 

Luiz Ernesto também lançou um livro na noite de vernissage, à venda na Galeria.

O livro  chama-se LUIZ ERNESTO – ANTOLOGIA, foi editado pela editora Réptil e abrange 30 anos de carreira. O texto principal foi escrito pelo crítico e curador Guilherme Bueno, que estará com Luiz Ernesto na Galeria Silvia Cintra, dia 21/11 às 19:00hs, para uma conversa aberta ao público sobre a exposição.

Estão todos convidados!

Galeria Silvia Cintra

Rua das Acácias, 104 – Gávea – RJ

www.silviacintra.com.br

 

Andréa Velloso de Magalhães Lins para o 40 FOREVER

AC

 

Comadre é uma das pessoas mais importantes de nossas vidas, um parentesco escolhido, literalmente uma “vice-você”.

 

Minha comadre Marcia Braga, a inspiração para este post!

 

Eu tenho duas especialíssimas e eleitas, com esmero, pelo meu coração: a adorada e musa de todos nós, AC, a segunda mãe da caçula aqui de casa, Isabel,Marcia Braga, amiga do peito e a grande companheira de adolescência e mocidade, madrinha de minha Maria tanto quanto tenho a honra de ser a “dinda” de sua adorável filha, Duda Padilha. Antes de seguir para o próximo parágrafo quero registrar que se MP já estivesse em minha vida, quando nasceram as meninas, certamente eu teria produzido a Elisa só pra ela batizar…

 

O craque Breno Silveira em ação!

 

Voltando ao post, ele é sobre a lindíssima história dos “Gonzaga, de pai pra filho” e tem ficha técnica de tirar o chapeu de cangaceiro, bien sûre: é regiamente dirigido por nosso menestrel das histórias musicais brasileiras, Breno Silveira e produzido pela divina comadre Márcia, com mais dois parceiros.

 

Luiz Gonzaga, real, já com a indumentária que o distinguiu e consagrou como o trovador dos sertões brasileiros!

 

O filme conta a história do amor conturbado entre duas pessoas fadadas ao encontro, apesar dos acidentes de percursos e poços de mágoas. Uma epopéia do herói Gonzagão, que com seu vozerão pra cantar lindamente o baião, acabou se tornando o trovador dos sertões brasileiros.

Me lembrei de Marcel Proust e a tese da arte redentora que conduz o ser humano à posteridade pois, logo na primeira cena, Luiz Gonzaga recita um lindo texto prevendo sua imortalidade pela música que canta: começo deslumbrante.

 

Eis o grande Gonzaguinha, especialista em explosões de coração!

 

Também adorei reviver a sensibilidade à flor da pele da arte de Gonzaguinha e fiquei perplexa ao conhecer sua história, jamais suspeitei.

O gran finale é por sua conta e deixa a platéia colada à poltrona, sorvendo cada sílaba da monumental “Explode Coração”, que vai ser a trilha sonora do dia em que eu me for:

“Viver e não ter a vergonha de ser feliz,
Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz,
Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será,
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita, é bonita !!!!!!!”

 

Os divos Chambinho do Acordeom e Júlio Andrade, que vivem Gonzagão de Gonzaguinha, provavam que reencarnação é possível!

 

Se você ainda não viu este clássico do nosso cinema e seu elenco de primeira grandeza, levanta já desta cadeira e vai se emocionar, até a última gota, com o Brasil que merece os nossos aplausos e de pé! BN

 

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