Selecionei algumas decorações de Natal de Cristina Lips para nos deleitarem, todas vermelhas para celebrar esta data tão maravilhosa que é o Natal.

A cor vermelha tem um significado forte na nossa civilização pois é a cor mais quente que dá energia, força, simboliza paixão, amor, vitalidade e desejo, portanto é uma cor que ADORO!

Cristina tem o dom de saber usar esta cor, criando ambientes alegres, festivos além de super decorativos. Abaixo seguem algumas fotos que podem servir de inspiração para essa data tão esperada.

MP

Adoro rosas vermelhas com rosas cor de rosa é uma mistura muito Saint Laurent!

Castiçais de cristal Baccarat são forever…e dão sempre um ar de festa!

Que visual de mesa!

Detalhe das guirlandas de flores…

Encanto total!

Adoro festa decorada de vermelho, aliás meu casamento foi todo vermelho!

Gosto muito destas cadeiras transparentes!

Adoro os buxinhos de planta, enfeitam qualquer ambiente!

Grandioso!

 

 

Detalhe dos copos vermelhos!

Adorei as mesinhas de espelho redondas

 

 

 

 

Muito chic os castiçais com guirlandas de flores!

 

Linda mistura de flores: Rosas e cravos é sempre um espetáculo!

Lindas as mangas com velas!

MP

 

 

Isis Valverde que deu um show com sua Suellen em Avenida Brasil

 

Quanta honra para o 40 FOREVER receber novamente a visita ilustre do Professor DEONÍSIO DA SILVA para nos distrair e nos ensinar, com sua cronica maravilhosa e interessante!

Vocês vão adorar, afinal quem ainda não se deparou com uma “periguete” pelo caminho em algum momento da vida?

AC

 

HISTÓRIA DA PALAVRA PERIGUETE

Deonísio da Silva *

Faz alguns anos uma nova palavra entrou para a língua portuguesa. É periguete. E desta vez não veio de um dos berços habituais mais férteis, a cidade do Rio de Janeiro, especialmente suas praias e bairros, em particular Ipanema.

 

Praia de Ipanema: terreno fértil para novas palavras e gírias

 

Dos poucos dicionários que já a registram, nenhum dá a origem, ainda que resumida. O verbete poderia ter a seguinte redação:

Periguete. Substantivo feminino. 1. Mulher que se veste de maneira sensual, chamando a atenção por revelar sem pudor os contornos do corpo. 2. Aquela que não tendo namorado fixo, procura homens, sejam solteiros ou casados, para um caso rápido, sem compromisso. Da gíria de Salvador, na Bahia, adaptação do Português peri(go) e do Inglês girl. Peri(gosa) girl, depois peri girl e por fim periguete.

 

Salvador, onde os baianos, numa “fusão” peculiar, que mistura portugues e ingles, criaram o termo que pegou no Brasil todo! AC

 

Das metrópoles que mais influenciam a vida nacional, a cidade do Rio de Janeiro é a mais pródiga em fornecer novas palavras e expressões, desde os tempos em que, no alvorecer do século XIX, o rei Dom João VI fixou aqui as cortes portuguesas e sua numerosa comitiva, mudando a capital de Salvador para o Rio.

 

No século seguinte, a transferência da capital para Brasília não tirou do Rio essa supremacia cultural, que hoje divide com São Paulo, não com Brasília. Os cariocas, usualmente irreverentes e bem-humorados, encarregam-se de bater os tambores da pátria, fazendo de sua cidade e de seus bairros as principais caixas de ressonância do Brasil.

 

 

Nascidas na praia e depois levadas à televisão, especialmente à novela das oito, as novas palavras e expressões se espalham por todo o território nacional. A principal disseminadora é a TV Globo, como antes era a Rádio Nacional.

Antes de vir para o Rio, de onde se alastrou para todos os Estados, periguete surgiu nos bairros de Salvador, na Bahia, que, por ser cidade eminentemente turística, sofre grande influência do inglês.

 

E tem as periguetes “disfarçadas”, mais perigo ainda!!!!

 

Para as mulheres, periguete é aquela piranha que olha para seu marido ou namorado, pronta a desfrutá-lo. E ela só o quer por um dia! Para os homens, a ancestral da periguete, moça bonita, de roupas, gestos e modos sensuais, foi antecipada nos versos de Chico Buarque, gravados também por Gal Costa, na voz de quem ficava mais convincente a transformação da mulher, que deixava de ser coisa para coisificar o homem: “Se acaso me quiseres,/ Sou dessas mulheres/ Que só dizem sim/ Por uma coisa à toa/ Uma noitada boa/ Um cinema ou botequim/ E, se tiveres renda/ Aceito uma prenda,/ Qualquer coisa assim.(…) Mas na manhã seguinte/ Não conta até vinte:/ Te afasta de mim,/ Pois já não vales nada,/ És página virada,/ Descartada do meu folhetim.”

 

As Frenéticas deram outro colorido aos versos de Chico Buarque: “Eu sei que eu sou/ Bonita e gostosa/ E sei que você/ Me olha e me quer/ Eu sou uma fera/ De pele macia/ Cuidado garoto!/ Eu sou perigosa…” Ao contrário dos homens, a mulher, talvez por instinto materno, nela inarredável, quer proteger a vítima e reitera os avisos: “Eu tenho um veneno/ No doce da boca/ Eu tenho um demônio / Guardado no peito/ Eu tenho uma faca/ No brilho dos olhos/ Eu tenho uma louca/ Dentro de mim…”

A perigosa tornou-se periguete. As palavras, como árvores e dentes, têm raízes. Algumas são muito profundas e é preciso pesquisar para encontrá-las. Desde meus verdes anos aplico-me a esse trabalho encantador!

 

 

*Deonísio da Silva, escritor e professor, Doutor em Letras pela USP, é Vice-reitor de Extensão da Universidade Estácio de Sá, no Rio. Seus livros de referência nesses assuntos são De onde vêm as palavras, A vida íntima das frases, A língua nossa de cada dia. Faz coluna semanal de Etimologia na revista CARAS.

 

AC

 

A charmosa loja de Victor Dzenk, numa deliciosa rua de Ipanema!

 

No lindo jantar em que a Cartier comemorou sua “nova chegada” ao Rio de Janeiro, mostrado pelo BLOG num post de MP, fomos brindados com um caprichado desfile e me encantei, não só com as lindas jóias da grife, mas também com os vestidos de noite das manecas, que estavam deusas etéreas com eles.

 

BN sendo recebida pelo encantador Dzenk, que nos mostra uma das lindas camisas para o “homem tropical”…

 

São do Victor Dzenk, fui logo informada e não acabei a noite sem conhecer este mineiro talentosíssimo e gente boníssima, que brilha por sua moda sofisticada e também pelas marcante estampas tropicais e digitalizadas que produz: adoro o binômio brasilidade + modernidade que ele encarna.

 

A arara masculina: roupas próprias para nosso festivo país!

 

Depois de virarmos amigos de infância, o querido estilista convidou-me para conhecer sua loja de Ipanema e fui correndo, sempre pensando em nós queridas leitoras, pois vende em todo Brasil.

Mas a grata surpresa foi saber que ele também veste divinamente… o “homem tropical”. É para eles que dedico este post: curtam a moda alegre, confortável e descompromissada do divino Dzenk e inspirem-se para dar um presente diferente neste natal! BN

 

AS CAMISAS:

 

 

AS CAMISETAS:

 

 

AS CALÇAS:

 

 

 CALÇÃO / SUNGAS:

 

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...