Château de Ferrières, um dos símbolos da elegância e requinte francês!

Château de Ferrières, um dos símbolos da elegância e requinte francês!

 

Devo este post à minha querida amiga Marina Sauer que, como eu, ama a elegância e beleza, com pitadas de tradição. Por isso, quando leu o novo destino do “Château de Ferrières”, situado nas cercanias de Paris e um dos símbolos do estilo da família Rothschild, encantadora, correu pra me contar e eu pra vocês, “bien sûre”!

 

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Vejam a beleza do bosque que o circunda…

 

Encomendado, no final do século XIX, pelo Barão James de Rothschild ao arquiteto inglês, Joseph Paxton, Ferrières instalou-se na cidade francesa de Ferrières-en-Brie, ganhou estilo renascentista italiano, quatro torres que o identificam, um bosque lindo “à sua margem” e história de conquistas e reconquistas, paralela à história da própria França.

 

Os barões de Rothschild, Guy e Marie-Helène em seu baile surrealista...

Os Barões de Rothschild, Guy e Marie-Helène, em seu baile surrealista: nesta época, Ferrières era o castelo mais elegante de toda França!

 

Salvador Dali no baile surrealista, logicamente: a classe artistica pontificou em "Ferrières" de MH!

Salvador Dali, como não podia deixar de ser, no baile surrealista: a classe artística pontificou na era MH!

 

Até se firmar, nos “sixties”, sob a batuta dos requintados Barões Guy e Marie-Helène de Rothschild, como o palco das festas mais exclusivas do país, que misturava o “crème de la crème” da sociedade européia, como os Barões de Waldner, os Príncipes de Mônaco e os Duques de Windsor à artistas bombados, que iam de Brigitte Bardot a Salvador Dali, passando por Mstislav Rostropovich, Audrey Hepburn, Yves Saint Laurent e quem mais brilhasse.

 

A beleza da fachada renascentista do castelo!

A beleza da fachada principal, no estilo renascentista, do “Château de Ferrières”!

 

Em 1975, a generosidade do casal doa Ferrières à Universidade de Paris, já com o intuito de associa-lo à atividade acadêmica. Porém no começo, ele é utilizado apenas como ponto turístico, imperdível, a ser visitado. Um destino ok, mas não à altura de seu passado.

 

O "Château de Ferrières" depois da reforma que o transformou numa escola de excelência!

O “Château de Ferrières” depois da reforma que o transformou numa escola de excelência!

 

Por isso, vibrei quando soube que o grupo francês Accelis, especializado na indústria do luxo, investiu 25 milhões de euros transformando o castelo de sonho na “Escola Ferrières”, o primeiro centro de excelência do país para o estudo de hotelaria, gastronomia, enologia e luxo, “à la française”…

 

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Um dos salões do castelo, depois de reformado!

 

Programada para abrir neste outono, junto com o recomeço do ano letivo francês, a Escola comportará um campus de 20 mil M2, que abrigará até 1500 alunos, sendo metade deles estrangeiros. Os números de suas instalações são grandiosos e comportam 10 salas de aula, uma biblioteca, adegas e salas de “degustação” de vinho, cozinhas profissionais, auditório com 500 lugares, 2 restaurantes de aplicação, uma butique e um “hotel, resort e spa” quatro estrelas, para treinamento dos estudantes.

 

Ferrières, "escola de excelência, à francesa!"

Ferrières, “escola de excelência, à francesa!”

 

A parte acadêmica está sob a tutela de Jean-Robert Pitte, seu presidente de honra e ex presidente da Universidade da Sorbonne e grande defensor da gastronomia francesa, classificada em 2010 como “Patrimonio Imaterial da Humanidade”, pela UNESCO.

 

Uma sala de aula em Ferrières: luxo só!

Uma sala de aula em Ferrières: luxo só!

 

E uma butique para treinamento.

E uma butique para treinamento…

 

O curso, em Ferrières, funcionará como um “pós bacharelato”, terá algumas versões, dependendo do interesse e afinco do aluno. Clique aqui para todas as informações!

Antes de ir, tenho que confessar: me deu uma vontade louca de voltar a estudar… BN

 

Eis o restaurante-escola "Le Baron"... O outro, o "Le Chai" vai abrir também para o público!

Eis o restaurante-escola de “Ferrières”, “Le Baron”, que luxo chê… O outro, o “Le Chai”, vai abrir também para o público: quero conhecer!!!

 

 

 

 

Antes de ir ao cirurgião plástico, dê uma passadinha no dentista!

 

 

 

É inacreditável o que um simples tratamento dentário pode fazer de diferença no nosso rosto, nas rugas, na expressão…

 

Dr. Marcelo Fonseca

 

Assistam este vídeo, feito especialmente para o 40 FOREVER pelo DR. MARCELO FONSECA, e me digam se não tenho razão!

 

AC

 

 

MARCELO FONSECA ODONTOLOGIA

Av. Ataulfo de Paiva, 226 – Leblon, Rio de Janeiro
Tel: (21) 2512-1100
AC

 

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Victor Patino e MP

 

Meu amigo Victor Patino, depois de passar por todas as grandes marcas como diretor de marketing, na Dior em Paris, Viviane Westwood em Londres, Prada em Milão e Gucci em Florença resolveu se lançar na decoração. Victor é muito craque para isso, tem o maior bom gosto e está fazendo a coleção mais linda de caixas de malaquitas do mundo!

Virou meu sonho de consumo, e acho que o de muita gente, e com certeza vai fazer um sucesso louco mundo afora!

Devo dizer que é realmente muito difícil de escolher pois todas são absolutamente imperdíveis, obras de arte by VP.

 

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Mon grand jardim: Malaquita, prata, turques e rubis.

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Caixa mon grand jardin: Malaquita, vermeil, pérolas e rubis.

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Mon grand jardim: Malaquita, prata, pérolas e rubis.

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Malaquita e prata.

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La sourie voleuse: Malaquita, vermeil, caixa menor.

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Mon petit jardin: caixa de malaquita ( menor) , prata, rubis.

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Detalhe do ratinho de vermeil.

As caixas podem ser encomendadas em 3 tamanhos, em malaquita ou ébano, de prata ou vermeil. Victor é um grande criador, desenha cada peça com muita originalidade. Em algumas que não estão fotografadas,  ele utiliza prata que pode ser personalizada com nome e data. Nada mais chique para um lindo presente inesquecível!

Por enquanto Victor está despachando só pela Europa mas em breve estará pelo Brasil também.

MP

Contato: v.patino@hotmail.it

 

Na minha adolescência, domingo de sol com Fla X Flu era “dia de rock”, e olha que sou botafoguense: mas a Cesar o que é de Cesar. Saíamos da praia pro Maracanã, direto e com canastra e depois Carreta que mais tarde virou Plataforma … Farra na veia!

Mas entre o jogo e o jantar era obrigatório para filhos, netos e afins, passar na casa da minha adorada avó, Elisa Gonçalves. E quando o Fluminense ganhava, meu super tio André fazia uma solitária algazarra, numa família que era uma espécie de ONU de torcedores, tinha até representante do América entre nós, mas pó de arroz, só ele mesmo…

E estava incluído, em suas comemorações, um arroz divino e tão visual que até hoje, quando quero abafar, tiro-o de minha cartola: riso tricolore, va benne?!

 

O lindo arroz tricolor que fazia meu tio André vibrar!

 

Só que ele também fica show no natal pois além de combinar perfeitamente com o menu desta festa, tem as cores dela… Portanto, façam-no o ano todo, ele merece! BN
INGREDIENTES:

–1 Beterraba crua lavada e descascada (rosso);
– 1 Molho cru de espinafre lavado: só as folhas (verde);
– 1 Colher de açafrão em pó (bianco ma non troppo);
– 1 Colher de café de curry em pó;
– 1 Kg de arroz Basmati, cozido como as instruções do rótulo ou similar;
– 1 Xícara de azeite, que será divida em quatro partes;
– Sal e pimenta a gosto.

PREPARO:

– Bata, no liquidificador, a beterraba com 1/4 da xícara de azeite, sal e pimenta do reino a gosto;
– Bata, no liquidificador, as folhas de espinafre com outro 1/4 da xícara de azeite e             tempere com sal e pimenta do reino. Passe na peneira e reserve;
– Divida o arroz cozido em três partes;
– Coloque, em uma panela ou frigideira larga, a beterraba mais 1/3 do arroz e mexa delicadamente, até o arroz absorver toda a cor da beterraba. Desligue o fogo e reserve;
– Repita o mesmo processo como o espinafre;
– Coloque, em uma panela, o açafrão mais o curry, a pimenta do reino, o sal, 1/4 da xícara de azeite e mexa até diluir o açafrão e o curry. Acenda o fogo e acrescente a última parte do arroz, até que fique amarelo por igual, sem deixar fritar.
– Preencha uma forma grande de pudim untada com o arroz, fazendo camadas, cada uma de uma cor, até completa-la;
– Quando estiver cheia, aperte com uma colher.

OBS: Este arroz tem que ser enformado, na hora de servir, pra não perder a cor. Aliás, vocês podem monta-lo de outras maneiras e chamar de seu…BN

 

 

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