Museu do Louvre: Maria TM e sua belíssima iniciação no mundo das artes! BN

 

Recebemos hoje, pra nos contar novidades por onde andou, minha filha muito amada, Maria TM… Sigamos com ela! BN

“Das minhas primeiras lembranças de Paris foi ter passado 5 dias indo ao Louvre acompanhada de um grupo só de mulheres (entre elas minha avó, mãe, irmã, 3 amigas, Beyoncé, Anitta, tia Surica…). Tinha 8 anos e nunca mais pisei por lá, mas se hoje em dia eu tenho curiosidade e gosto por exposições e arte, sei que provavelmente deve ter sido por causa disso.

Sempre que chego em Paris (ou qualquer outra cidade grande), gosto de saber o que está passando em museus como d’Orsay, Pompidou, Orangerie, Arts Décoratifs… Dessa vez, graças à algumas dicas de locais, pude fazer um roteiro não tão “mainstream”, mas de exposições super bacanas que valhem muita à pena ver.

 

“O Espírito Francês” na Maison Rouge! BN

 

1- “L’Esprit Français Contre-Cultures 1969-1989”, na Maison Rouge
Faz parte da alma do francês se rebeliar. Aquela insatisfação crônica com uma pitada de cinismo que faz ele reclamar e desaprovar praticamente tudo está escrita em seu DNA.(Obs: eu digo isso com todo carinho do mundo, inclusive se eu vou pra Paris e não levo nenhum forinha de francês, é quase como se não tivesse ido.)
E a exposição “L’Esprit Français Contre-Cultures 1969-1989” mostra justamente a formação desse “espírito francês” crítico, irreverente e contestador através de mais de 700 obras e documentos (cartazes, revistas, jornais, vídeos, etc) – alguns deles estranhamente atuais.

 

O marchant mais descolado do início do século XX e seus eleitos… BN

 

2- “21, Rue la Boétie”, no Musée Maillol
O endereço “21, rue de la Boétie” que dá nome à exposição, foi onde Paul Rosenberg abriu sua primeira galeria em Paris, no início do século passado. A exposição traça a trajetória do marchand (dos maiores da primeira metade do século 20), que também foi agente de grandes pintores da época. São 60 obras expostas de artistas como Picasso, Léger, Matisse, Braque ligadas diretamente ao dealer, além de outras contextualizando o momento histórico e artístico da época.

 

Balanciaga e o “pretinho” nada básico em mostra maravilhosa! BN

 

3- “Balenciaga, L’Oeuvre au Noir”, no Musée Bourdelle
Valeria a ida ao museu Bourdelle, só pra ver a coleção incrível de esculturas de bronze assinadas pelo artista, nos jardins da casa. A exposição monocromática “Balenciaga, L’Oeuvre au Noir” mostra a relação do “costureiro dos costureiros” com a cor (ou não cor) preta. São dezenas de vestidos, tailleurs, saias, manteaus… deslumbrantes do espanhol; exibidos num trajeto de 3 partes: “silhueta e volume”, “preto e luz”, “preto e cor”.

 

 

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