40, UM ROMANCE FEMININO

 

A letra da música acima (cliquem!), YOUNG AT HEART, cantada por Frank Sinatra, tem tudo a ver com o livro e com as mulheres 40 FOREVER!

 

Martha Mendonça

 

Fui para o quarto com o livro da jornalista Martha Mendonça para começar a ler o que iria ser a minha leitura durante o fim de semana.

Com o 40, Um romance feminino nas mãos, me perdi no tempo e só fui dormir quando acabei de lê-lo.

Me diverti, me emocionei, me identifiquei, não deu pra sentir as horas passando, amei!! Para nós, mulheres nos 40 Forever, e mesmo para aquelas que ainda não entraram, é uma leitura imperdível, onde você se encontra com você mesma em várias situações!

Fiquei com uma caneta marcando páginas e mais páginas, frases pra ler e reler.

“… só pensamos no futuro quando ele começa a ficar escasso. Tenho saudades demais pra quem ainda vai fazer apenas quarenta anos. Que estranha idade essa minha, que é muito e é pouco, já saímos da juventude mas ainda não somos velhos, não sonhamos muito mais, mas não desistimos de querer…”

Constatações maravilhosas, senso de humor, fundo do poço, balanço do tempo que passou, resgate das infinitas possibilidades que a vida nos oferece, em 110 páginas que você sorve num folego só!

 

O Lançamento é amanhã, na  Livraria da Travessa do Shopping Leblon, às 19:30!

AC

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23 ideias sobre “40, UM ROMANCE FEMININO

  1. Contem com mais > Uma< na audiência!!! Vão bombar com aquela naturalidade e alegria já conhecidas…
    Ana Cecília querida, Good luck to u all!!!
    Bjs pra vcs 3!! vabr

  2. Soube de vocês e do blog através de uma amiga que assistiu ao “Mais Você.” Acessei o blog e vi a entrevista do Sem Censura. Gostei bastante do blog. A ideia toda é muito boa. Particularmente chamou-me a atenção o livro que vocês postaram, de Martha Mendonça, “40, um romance feminino.” Quero deixar uma poesia que fiz e é título do livro lançado em 2010, em comemoração ao 45 anos bem vividos. Gostaria de saber se é possível enviar um exemplar do livro para cada uma de vocês. Segue a poesia:

    DESEJOS DE MULHER (DEPOIS DOS QUARENTA)
    Eu desejo as rugas
    porque os anos vão passar,
    as crianças vão crescer,
    os netos vão nascer
    e elas me lembrarão que cuidei de uns
    brinquei com outros
    e eu não briguei com o tempo.
    Eu o acolhi, quando ele chegou.

    Eu desejo sabedoria
    porque os conhecimentos que acumulei,
    só serviram para driblar os problemas.
    Não me ajudaram a lidar com eles.
    E vários, por alguns anos, ainda serão
    meus companheiros.

    Eu desejo trabalhar naquilo
    que sei e gosto de fazer
    porque os empregos só serviram para pagar
    umas contas, fazer outras
    e mudar o compasso de meu coração.

    Eu desejo acordar as cinco,
    caminhar an praia, ler jornal,
    folhear revistas e escrever poesias
    porque as noites mal dormidas
    não me deixaram vê o sol nascer
    anunciando um novo dia.

    Eu desejo tempo vadio
    com meus amigos
    porque, no corre-corre do dia a dia,
    enchi minha agenda de números e nomes
    que não têm rosto nem gosto.

    Eu desejo ir ao cinema
    no meio da semana à tarde
    porque, com os fins de semana ocupados,
    eu ligava a TV
    apenas para fingir que quem tinha o controle
    do tempo era eu.

    Eu desejo ir à livraria no fim de semana
    e ler muitos prefácios de livros
    até escolher um
    porque, durante muito tempo de minha vida,
    eram os livros técnicos do trabalho
    que me escolhia.

    Hoje, depois dos quarenta,
    que tenho a oportunidade
    de novo à minha frente,
    envidarei todos os esforços
    para tudo ser diferente.
    Porque a vida é o que me interessa.

    E na vida basta estar.
    Não é preciso querê-la
    ou desejá-la. Ela se dá.

    A gente é que tem (quando é preciso)
    de reinventar.
    Do nosso jeito, do nosso modo.
    Porque, sendo nossa, sua beleza
    é a gente quem faz.
    E sua arte, com tempo,
    a gente a prende a desenhar.

    O que se precisa é tomar a vida nas mãos
    e, então, dela fazer o que a gente quiser,
    o que a gente traçar.
    Porque a vida, pode sim,
    ser o que a gente desejar.

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