Exposição maravilhosa das roupas da "musa fashion" da 'Bélle-Epoque", a Condessa de

Exposição maravilhosa das roupas da “musa fashion” da ‘Belle-Époque”, a Condessa de Greffulhe, na FIT de NYC: imperdível!

 

Apaixonada por Marcel Proust e seu primoroso “Em Busca do Tempo Perdido”, vibrei quando a queridíssima Patrícia Peltier me soprou sobre a exposição que vai até este próximo sábado, dia 7 de janeiro de 2017, na FIT (FASHION INSTITUTE OF TECHNOLOGY) de NYC, cujo tema é a grande musa feminina do autor, e inspiração para uma de suas principais personagens, e deste post também.

 

Esta é a estilosíssima Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay, Sra de Greffulhe, que arrasou nos salões parisienses, tornando-se inspiração para personagem do grande Marcel Proust!

Esta é a estilosíssima Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay, Sra de Greffulhe, que arrasou nos salões parisienses, tornando-se inspiração para personagem do grande Marcel Proust!

 

Corri pra pesquisar sobre o tema e, quando me dei conta, tinha passado o dia mergulhada em dezenas de artigos fascinantes sobre a montagem da mostra, que me levaram à uma espécie de viagem fantástica num tempo de pura magia e beleza, pelo reino encantado da rainha dos salões parisienses da “Belle Époque” ou “A Musa de Proust, a Condessa de Greffulhe”.

 

Este é o "Lily dress" ou o vestido dos lírios, do estilista Charles-Frederic Worth, de veludo negro bordado em seda marfim e pérolas, "linha princesa" atípica pra época pra 1896 quando a condessa o usou.

Uma das atrações da mostra é o “Lily dress” ou o vestido dos lírios, do estilista Charles-Frederick Worth, de veludo negro com aplicações em seda marfim e pérolas, “linha princesa” atípica pra 1896, quando a condessa o usou: ela sempre ditou sua própria moda!

 

Nascida Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay (1860-1952), a Condessa Henri Greffulhe é considerada o principal molde na construção da personagem Oriane, a espirituosa Duquesa de Guermantes: a Condessa de Chevigné e Genevieve Bizet completam o triunvirato de inspiração, onde é Greffulhe quem pontifica. O “Proustianista” Benjamin Taylor, justificando a tese, preconiza em seu delicioso “Proust: The Search”: “Depois de Élizabeth Greffulhe simplesmente não havia mais para onde “escalar” (socialmente)… Ela era o gol de todo snob!”.

 

Este exótico vestido, também de Worth, era um "tea gown", como explica o letreiro da mostra, ou um "vestido de chá"... Verde esmeralda, cor preferida de Élizabeth, e azul pavão, ele é de seda, veludo e "renda valenciana" é outra atração de seu guarda-roupa!

Este exótico vestido, também de Worth, era um “tea gown”, como explica o letreiro da mostra, ou um “vestido de chá”… Verde esmeralda, cor preferida de Élizabeth, e azul pavão, ele é de seda, veludo e “renda valenciana” é outra atração de seu guarda-roupa, de 1897.

 

Semelhantes em suas “origens aristocráticas”, muito estilo pra viver e vestir-se e casamentos de aparência com nobres mulherengos e grosseiros, ficção e realidade se confundem somente na forma. A infelicidade amorosa que fragilizou a Duquesa nas páginas de Proust, tornou a real Élizabeth culta e cultivada, transformando-a numa das  grande mecenas de sua época: da emblemática Cia “Ballets Russes” à genialidades dos estudos radioativos da polonesa Marie Curier (primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel), nenhuma excelência escapou dos seus cuidados e patrocínio.

 

Eis o "vestido bizantino" que Greffulhe usou no casamento da filha. Feito em lamê dourado e todo "encrustado" em pérolas e arrematado com vison, tem autoria master: é dos primeiros modelos do então jovem estilista Paul Poiret! 1904.

Eis o “vestido bizantino” que Greffulhe usou no casamento da filha. Feito em lamê dourado e todo “encrustado” em pérolas e arrematado com vison, tem autoria master: é dos primeiros modelos do então jovem estilista Paul Poiret, em 1904.

 

Só que estamos no século XXI, em NYC e um dos seus templos de estudo “fashion”, o FIT. Por isso, toda esta relevância acima é apenas moldura para a o ângulo da musa a ser explorado: o estilo único de vestir-se da Condessa de Greffulhe atravessou o oceano Atlântico (depois de exposto no Palais Galliera, do Museu da Moda da Cidade de Paris, para onde foi doado este precioso acervo) e desembarcou em Manhattan, onde anda encantando a todos.

 

"By Nina Ricci" é este "evening ensemble" ou "duas peças" para noite: vestido e bolero feitos em seda, lã e plumas de avestruz a condessa, em 1937!

“By Nina Ricci” é este “evening ensemble” ou “duas peças” para noite: vestido e bolero feitos em seda, lã e plumas de avestruz a condessa, em 1937: podíamos usá-lo hoje, com louvor!

 

Os que tiverem o privilégio de visitar a mostra, verão o guarda-roupa de uma mulher visionária que entendeu, cem anos antes, o significado artístico que o mundo da moda assumiria, em nossos dias, bem como o efeito “midiático” que uma bela roupa pode causar. Por isso, tratou como grandes mestres, artistas do quilate de Charles-Frederick Worth, Fortuny, Paul Poiret, Nina Ricci, Jeanne Lanvin, Louiseboulanger. Para ilustrar este parágrafo, transcrevo um comentário seu para o poeta dandi Robert de Montesquieu, em cartas que trocaram, ao longo da vida: “Nada é comparável ao prazer que uma mulher sente ao roubar os olhares de todos e, com eles, a maravilhosa energia da admiração”.

 

Feito para o verão de 1937, este vestido de noite em tule e "musseline" é assinado por Jeanne Lanvin: luxo só!

Feito para o verão de 1937, este vestido de noite em tule e “musseline” é assinado por Jeanne Lanvin: luxo só!

 

A exposição é composta por 40 peças do acervo da Condessa (sendo 28 vestidos mais acessórios como sapatos, chapéus, luvas e até meias de seda), mais uma coleção de fotografias que ilustram e complementam os “looks” exibidos.
Programa mais que legal pra quem estiver por lá: vejam, um pouquinho, nas fotos! BN

CLIQUE AQUI PARA O SITE DO MUSEU DA FIT!

 

Amei estes quimonos, by Vitaldi Babani, anos 1920!

Amei estes quimonos, by Vitaldi Babani, anos 1920!

 

Esta é a capa russa, inicialmente um vestido de noite que Élizabeth ganhou do Czar Nicolau II, quando este esteve em Paris, em 1896. Sem cerimônia e com a ajuda de Worth, ela transformou-o em capa para dias de gala! Adorando esta condessa!

Esta é a capa russa, inicialmente um vestido de noite que Élizabeth ganhou do Czar Nicolau II, quando este esteve em Paris, em 1896. Sem cerimônia e com a ajuda de Worth, ela transformou-o em capa para dias de gala! Adorando esta condessa!

 

Fecho com este glorioso sapato vermelho, em brocado e salto alto, da casa "Louis Heels", de 1905... Mais? Só tendo a sorte de visitar a exposição!

Fecho com este glorioso sapato vermelho, em seda adamascada e salto alto, da casa “Louis Heels”, de 1905… Mais? Só tendo a sorte de visitar a exposição!

 

Exposição maravilhosa das roupas da "musa fashion" da 'Bélle-Epoque", a Condessa de

Exposição maravilhosa das roupas da “musa fashion” da ‘Belle-Époque”, a Condessa de Greffulhe, na FIT de NYC: imperdível!

 

Apaixonada por Marcel Proust e seu primoroso “Em Busca do Tempo Perdido”, vibrei quando a queridíssima Patrícia Peltier me soprou sobre a exposição que acontece desde setembro, e até 7 de janeiro de 2017, no FIT (FASHION INSTITUTE OF TECHNOLOGY) de NYC, cujo teor é a grande musa feminina do autor e inspiração para uma de suas principais personagens e deste post também.

 

Esta é a estilosíssima Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay, Sra de Greffulhe, que arrasou nos salões parisienses, tornando-se inspiração para personagem do grande Marcel Proust!

Esta é a estilosíssima Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay, Sra de Greffulhe, que arrasou nos salões parisienses, tornando-se inspiração para personagem do grande Marcel Proust!

 

Corri pra pesquisar sobre o tema e, quando me dei conta, tinha passado o dia mergulhada em dezenas de artigos fascinantes sobre a montagem da mostra, que me levaram à uma espécie de viagem fantástica num tempo de pura magia e beleza, pelo reino encantado da rainha dos salões parisienses da “Belle Époque” ou “A Musa de Proust, a Condessa de Greffulhe”.

 

Este é o "Lily dress" ou o vestido dos lírios, do estilista Charles-Frederic Worth, de veludo negro bordado em seda marfim e pérolas, "linha princesa" atípica pra época pra 1896 quando a condessa o usou.

Uma das atrações da mostra é o “Lily dress” ou o vestido dos lírios, do estilista Charles-Frederick Worth, de veludo negro com aplicações em seda marfim e pérolas, “linha princesa” atípica pra 1896, quando a condessa o usou: ela sempre ditou sua própria moda!

 

Nascida Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay (1860-1952), a Condessa Henri Greffulhe é considerada o principal molde na construção da personagem Oriane, a espirituosa Duquesa de Guermantes: a Condessa de Chevigné e Genevieve Bizet completam o triunvirato de inspiração, onde é Greffulhe quem pontifica. O “Proustianista” Benjamin Taylor, justificando a tese, preconiza em seu delicioso “Proust: The Search”: “Depois de Élizabeth Greffulhe simplesmente não havia mais para onde “escalar” (socialmente)… Ela era o gol de todo snob!”.

 

Este exótico vestido, também de Worth, era um "tea gown", como explica o letreiro da mostra, ou um "vestido de chá"... Verde esmeralda, cor preferida de Élizabeth, e azul pavão, ele é de seda, veludo e "renda valenciana" é outra atração de seu guarda-roupa!

Este exótico vestido, também de Worth, era um “tea gown”, como explica o letreiro da mostra, ou um “vestido de chá”… Verde esmeralda, cor preferida de Élizabeth, e azul pavão, ele é de seda, veludo e “renda valenciana” é outra atração de seu guarda-roupa, de 1897.

 

Semelhantes em suas “origens aristocráticas”, muito estilo pra viver e vestir-se e casamentos de aparência com nobres mulherengos e grosseiros, ficção e realidade se confundem somente na forma. A infelicidade amorosa que fragilizou a Duquesa nas páginas de Proust, tornou a real Élizabeth culta e cultivada, transformando-a numa das  grande mecenas de sua época: da emblemática Cia “Ballets Russes” à genialidades dos estudos radioativos da polonesa Marie Curier (primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel), nenhuma excelência escapou dos seus cuidados e patrocínio.

 

Eis o "vestido bizantino" que Greffulhe usou no casamento da filha. Feito em lamê dourado e todo "encrustado" em pérolas e arrematado com vison, tem autoria master: é dos primeiros modelos do então jovem estilista Paul Poiret! 1904.

Eis o “vestido bizantino” que Greffulhe usou no casamento da filha. Feito em lamê dourado e todo “encrustado” em pérolas e arrematado com vison, tem autoria master: é dos primeiros modelos do então jovem estilista Paul Poiret, em 1904.

 

Só que estamos no século XXI, em NYC e um dos seus templos de estudo “fashion”, o FIT. Por isso, toda esta relevância acima é apenas moldura para a o ângulo da musa a ser explorado: o estilo único de vestir-se da Condessa de Greffulhe atravessou o oceano Atlântico (depois de exposto no Palais Galliera, do Museu da Moda da Cidade de Paris, para onde foi doado este precioso acervo) e desembarcou em Manhattan, onde anda encantando a todos.

 

"By Nina Ricci" é este "evening ensemble" ou "duas peças" para noite: vestido e bolero feitos em seda, lã e plumas de avestruz a condessa, em 1937!

“By Nina Ricci” é este “evening ensemble” ou “duas peças” para noite: vestido e bolero feitos em seda, lã e plumas de avestruz a condessa, em 1937: podíamos usá-lo hoje, com louvor!

 

Os que tiverem o privilégio de visitar a mostra, verão o guarda-roupa de uma mulher visionária que entendeu, cem anos antes, o significado artístico que o mundo da moda assumiria, em nossos dias, bem como o efeito “midiático” que uma bela roupa pode causar. Por isso, tratou como grandes mestres, artistas do quilate de Charles-Frederick Worth, Fortuny, Paul Poiret, Nina Ricci, Jeanne Lanvin, Louiseboulanger. Para ilustrar este parágrafo, transcrevo um comentário seu para o poeta dandi Robert de Montesquieu, em cartas que trocaram, ao longo da vida: “Nada é comparável ao prazer que uma mulher sente ao roubar os olhares de todos e, com eles, a maravilhosa energia da admiração”.

 

Feito para o verão de 1937, este vestido de noite em tule e "musseline" é assinado por Jeanne Lanvin: luxo só!

Feito para o verão de 1937, este vestido de noite em tule e “musseline” é assinado por Jeanne Lanvin: luxo só!

 

A exposição é composta por 40 peças do acervo da Condessa (sendo 28 vestidos mais acessórios como sapatos, chapéus, luvas e até meias de seda), mais uma coleção de fotografias que ilustram e complementam os “looks” exibidos.
Programa mais que legal pra quem estiver por lá: vejam, um pouquinho, nas fotos! BN

CLIQUE AQUI PARA O SITE DO MUSEU DA FIT!

 

Amei estes quimonos, by Vitaldi Babani, anos 1920!

Amei estes quimonos, by Vitaldi Babani, anos 1920!

 

Esta é a capa russa, inicialmente um vestido de noite que Élizabeth ganhou do Czar Nicolau II, quando este esteve em Paris, em 1896. Sem cerimônia e com a ajuda de Worth, ela transformou-o em capa para dias de gala! Adorando esta condessa!

Esta é a capa russa, inicialmente um vestido de noite que Élizabeth ganhou do Czar Nicolau II, quando este esteve em Paris, em 1896. Sem cerimônia e com a ajuda de Worth, ela transformou-o em capa para dias de gala! Adorando esta condessa!

 

Fecho com este glorioso sapato vermelho, em brocado e salto alto, da casa "Louis Heels", de 1905... Mais? Só tendo a sorte de visitar a exposição!

Fecho com este glorioso sapato vermelho, em seda adamascada e salto alto, da casa “Louis Heels”, de 1905… Mais? Só tendo a sorte de visitar a exposição!

 

A nossa querida Thera Regouim em seu charmoso ateliê!

A nossa querida Thera Regouim em seu charmoso ateliê!

 

Numa prateleira do ateliê... Maravilha!

Numa prateleira do ateliê… Maravilha!

 

Hoje é dia de festa para as artes plásticas, pois a maravilhosa Thera Regouin, pintora que amamos e que tem curriculum internacional, inaugura sua primeira exposição no Rio de Janeiro, onde mora hoje em dia. Amiga queridíssima, nossa musa nasceu na Holanda e rodou o mundo, morando e estudando seu metiê em cidades como Nova York, Genebra, Paramaribo, Bucareste, Berlim…

 

Atelier de Thera, em detalhe...

Atelier de Thera, em detalhe…

 

Mas foi em Montevideo que Thera firmou seu estilo abstrato com nuances, depois de 4 anos de estudo nas “master classes” com o importante artista uruguaio Guillermo Fernández, ele discípulo do grande Joaquim Torres Garcia: talentosa e com sólida bagagem!

 

Outro ângulo...

Outro ângulo…

 

“Escapando do Caos” é o nome da mostra, onde as “pinturas quase monocromáticas, têm texturas que fazem as composições, em cores telúricas, emitirem energias luminosas”, como bem assinala a sua curadora Gloria Ferreira, que também chama atenção para “as bordas, que em Thera Regouin parecem tentativas de incorporar a moldura à própria pintura, em diálogo com a longa tradição de ruptura que podemos remontar aos impressionistas ou a Serrat, com molduras pintadas de acordo com a luz desejada”… O efeito é simplesmente o máximo!

 

Mais outro ângulo...

Mais outro ângulo…

 

A exposição começa hoje, às 18:00 horas na Galeria Cormovimento e fica até o dia 16 de novembro de 2016. Estão todos convidados, não percam! Antes de ir, deixo vocês com o ateliê de Thera e sua grande arte, para irem entrando no clima! BN

GALERIA CORMOVIMENTO:
RUA GENERAL URQUIZA, 67- LOJA 7
TEL: +55 21 2239 2395

 

As cores de Thera!

As cores de Thera!

 

A grande arte de Thera...

A grande arte de Thera…

 

Maravilhoso!

Maravilhoso!

 

"Quase monocromáticos"...

“Quase monocromáticos”…

 

Na sequência...

Pra terminar, a divina sequência da Thera…

 

 

Barbie em cartaz no Museu de Artes Decorativas de Paris!

Barbie em cartaz no Museu de Artes Decorativas de Paris!

 

Mais de 700 exemplares da nossa boneca preferida estão expostas, até setembro, no maravilhoso Museu de Artes Decorativas, de Paris. Imperdível!

Mais de 700 exemplares da nossa boneca preferida estão expostas, até setembro, no maravilhoso Museu de Artes Decorativas, de Paris. Imperdível!

 

Este post delicioso veio de Paris, mandado por minha querida amiga Angela Rocco, que como toda mulher que se preza, passou a infância divertindo-se com o brinquedo que revolucionou o mercado, ao revelar nos anos 60, a preferência das meninas por uma boneca com visual de adulto, desbancando as metamorfoseadas em bebês…

 

A boneca Barbie com seu sofisticado visual, revolucionou ao provar que as meninas queriam mesmo é sonhar com um futuro como mulheres lindas e sucedidas!

A boneca Barbie com seu sofisticado visual, revolucionou ao provar que as meninas queriam mesmo é sonhar com um futuro como mulheres lindas e sucedidas… (uma das Barbies da expô)

 

Assim, a primeira musa “fashion” da vida dos que nasceram depois de 1959 é americana de Wisconsin, tem idade indefinida, cabelos e profissão mutantes, corpo curvilíneo e começou a carreira encarnando o “american way of live” pra tomar uma uma dimensão tão maior, que virou arquétipo da própria mulher contemporânea, apesar de nem ser humana. Falo da icônica boneca Barbie, celebridade e musa pop há décadas e que, finalmente, figura como tema, em exposição num renomado museu francês.

 

Exemplar de colecionador: Barbie Audrey... A minha preferida!

Exemplar de colecionador: Barbie Audrey… A minha preferida!

 

Aqui, entre outros, Kate e William casando: também pra colecionar!

Aqui, entre outros, Kate e William casando: também pra colecionar!

 

“Barbie: Life of an Icon” estreiou em 8 de março de 2016 no “Museu de Artes Decorativas”, de Paris, que prima por um acervo múltiplo onde brilham coleções de “design”, moda, brinquedos e publicidade, palco ideal para acolher a boneca mais famosa do mundo e mostrar a sua trajetória única, marco sócio-cultural na história dos brinquedos dos séculos XX e XXI.

 

Outra cena da divertida expôs: De roqueira à mulher maravilha, nossa guerreira boneca diva joga nas 11!

Outra cena da divertida expôs: De roqueira à mulher maravilha, nossa guerreira boneca diva joga nas 11!

 

São 700 exemplares, espalhados por 1500 metros quadrados, provando que ela é, sobretudo, o reflexo de uma cultura pois, ao longo de sua trajetória, mostrou novidades tecnológicas, abraçou causas e encarnou esteriótipos desafiadores, sem perder o rumo de casa. Assim, Barbie representa até hoje, os sonhos e ambições da vida contemporânea feminina.

 

Alguns estilistas famosos vestiram nossa heroína. Como Diane Furstenberg e seu icônico "wrap dress", que Barbie usa neste "look",

Alguns estilistas famosos vestiram nossa heroína. Como Diane Furstenberg e seu icônico “wrap dress”, que Barbie usa neste “look” com muito charme!

 

Barbie by Karl, arrasando de Chanel!

Barbie by Karl, arrasando de Chanel!

 

Aqui de Moschino!

Aqui de Moschino: sempre de olho nas passarelas!

 

Ou ainda toda montada de Dolce Gabbana: Luxo só!

Ou ainda toda “montada” de Dolce Gabbana: Luxo só!

 

E tem mais… Durante a exposição, alguns dos segredos da fabricação da sua marcante silhueta única, penteados e “looks” são revelados, nos mostrando que a chave de seu sucesso é que apesar das continuas mudanças, continua sendo a mesma Barbie, sempre conectada com a cultura popular que a consagrou… Não é que Lampedusa tinha razão?!

 

Astronauta, aeromoça ou musa de Dior e seu "new look", nossa Barbie muda de roupa pra estar sempre conectada!

Astronauta, aeromoça ou musa de Dior e seu “new look”, nossa Barbie muda de roupa pra estar sempre conectada com a cultura pop que a elegeu!

 

Estilo de vida para a mulher universal que a Barbie representa com perfeição!

Estilo de vida para a mulher universal que a Barbie representa com perfeição!

 

Para os interessados, a mostra fica em Paris até 18 de setembro… Imperdível! BN

“MUSÉE DES ARTS DÉCORATIFS”
107, RUE DE RIVOLI
PARIS

 

Barbie Maria Antonieta...

Barbie Maria Antonieta…

 

Barbie no verão...

Barbie no verão… Ulala!

 

Barbie na chuva "comme il faut": de Burberry, claro!

Barbie na chuva “comme il faut”: de Burberry, claro!

 

Barbie de manhã, casualmente...

Barbie de manhã, casualmente chic…

 

Barbie linda demais! Amei esta produção!

Barbie linda demais! Amei esta produção!

 

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