Linda, Betina veste Chloé e calça Roger Vivier!

Betina de Luca é musa fashion sua, do nosso BLOG e da torcida do Flamengo. Mas também é uma profissional de mão cheia pois anda fazendo mundos e fundos no simpaticíssimo Fashion Mall, como Coordenadora do Marketing.

Outro dia encontrei-a. por lá, em plena atividade e linda de morrer, como mostro pra vocês. O Look do Dia é dela hoje! BN

Detalhe dos pés da Cinderela carioca!

Amei o conjunto: " Acervo pessoal" !

 


Começando de tras pra frente: voilà, a "rapsódia de cogumelos" indo pra mesa!

Quem convive comigo sabe que às segundas-feiras, salvo motivo de força pra lá de maior, me dedico às compras de casa. E pra facilitar a vida de todo mundo, já chego em casa com os cardápios da semana planejados, pois assim compra-se o necessário, nada vai pro lixo e gasta-se menos.

Com isso, às vezes funcionamos como os franceses, fazendo os pratos da estação. E foi numa destas que resolvi inventar uma moda (pelo menos nunca vi por aí), para santa Irene executar. Como deu certo, repasso pra vocês.

Dado à enorme variedade de cogumelos frescos que encontrei outro dia no mercado, comprei um pacote de cada, pedi pra misturá-los e cozinhá-los no vapor, à japonesa e servir. Ficou uma delícia, saudável e acompanha carne, peixe e ave numa boa. Com vocês, a “Rapsódia de Champignon” !

INGREDIENTES:
- Todos os cogumelos frescos que você encontrar;
- Meia xícara de molho Shoyo;
-Ajinomoto e Pimenta do Reino.

Tipo: Cogumelo gigante, da Terras Altas.

Tipo: Cardoncello, da Yuri!

Tipo: Maitake branco, da Yuri!

Tipo: Champignon, da Cogumelos On Line!

Tipo: Maitaki cinza, da Yuri!

Tipo: Shitaki médio, da Yuri!

Tipo: Shitaki grande, da yuri!

Tipo: Shimeji branco, da Cogumelos On Line!

Tipo: Shimeji cinza, da Cogumelo On Line!

Tipo: Porto Belo, da cogumelos On Line!

PREPARO:
Lave todos os cogumelos, muito bem.
Cozinhe-os no vapor, todos juntos, por 20 minutos.
Levá-los pra frigideira, misturar o Shoyo e deixá-los secando, um pouco, no fogo.
Colocar Ajinomoto com parcimônia já que o Shoyo é bem salgado e pimente do reino a gosto.
Se gostarem, me contem correndo, vou amar! BN

Os ingredientes fundamentais: queijo parmezão ralado em tiras, queijo Grana Padano e Penne mini!

Lendo um post delicioso de MP contando sobre os requintes do chalet, em Gstaad, do grande estilista  Valentino Garavani, que arrasa também como dono de casa, fiquei intrigada com a menção de um souflé de penne imperdível e inesquecível: resolvi fazê-lo, em casa, pra ver no quê que dava.

Depois que meu querido Doc, provador oficial dos meus testes gastronômicos, deu seu veredito “melhor souflé que já comi”, me animei em publicar, préviamente autorizada por MP, bien sûr: eis uma interpretação deslavada da receita do “Mestre Italiano” e meu muso forever. Acho que ele não se importaria, afinal já está mais que acostumado a ser mal copiado.

Vamos aos “finalmentes”:

SOUFLÉ DE PENNE

INGREDIENTES:
1 xícara de mini penne;
3 e 1/2 cebolas;
200 gramas de manteiga sem sal, da boa;
8 ovos;
150 gramas de queijo Grana Padano;
100 gramas de queijo parmezão ralado em tiras (usamos o da SanCor).

PREPARO:
- Cozinhe o mini penne, “ao dente”, e reserve;
- Ponha a cebola pra cozinhar, junto com a manteiga por 10 minutos. Bata no liquidificador  e reserve;
- Rale o Grana Padano e reserve;
- Bata as 8 gemas até formar um creme homogêneo e claro;
- Bata as 8 claras, até o ponto castelo, isto é, até que estejam firmes;
- Misture num recipiente o creme de cebolas, o creme de gemas, o queijo Grana Padano ralado e o mini penne cozido. Misture bem;
- Acrescente as claras batidas em ponto castelo, delicadamente, e acrescente, por cima de tudo, o queijo parmezão ralado “SanCor” (ou a marca que você preferir) também delicadamente, pra não afundar as claras;
- Ponha pra assar, num forno previamente aquecido, por 35 minutos.

Fiquem com as fotos de Sua Excelência, em vários ângulos! BN

Perfil!

Visão aérea!

Close up!

CLIQUE AQUI PARA O POST DE MP SOBRE O LINDO CHALET DE VG!

 

 

Castro Maya, by Portinari!

Os queridos Chicô Gouvêa e Paulo Reis lançam amanhã, dia 17 de maio de 2012, uma lindíssima exposição e coleção, baseadas no acervo do grande colecionador e mecenas-mor brasileiro, Raimundo de Castro Maia, sinônimo da verdadeira elegância e de um bom gosto inigualável para tudo que envolvesse arte.

Raymundo de Castro Maya e o arquiteto Chicô Gouvêa têm algo em comum: a paixão pelo Brasil, pelo Rio de Janeiro, por sua história e cultura. O primeiro se tornou um dos maiores colecionadores de arte brasileira; o segundo aplica este amor pela história da cidade em inúmeras peças da “Olhar o Brasil”. E os dois se encontram na exposição “Castro Maya – Um olhar”.

Chicô e Paulo Reis buscaram inspiração no imenso acervo de Castro Maya. Em especial na coleção “Brasiliana”, na coleção de azulejaria dos séculos XVII e XIX que adornam o Museu do Açude e até mesmo nos cartões de Natal, nos cardápios de jantares oferecidos pelo colecionador, com gravuras originais de vários artistas, e em antigos anúncios da famosa “Gordura de Coco Carioca”, fabricada pela “Cia. Carioca Industrial”, de Castro Maya.

Apenas rostos de mulheres, das gravuras de Debret, fazem parte da nova
coleção.Tudo isso está impresso na nova linha de almofadas, luminárias de teto e demesa, jogos americanos, bandejas e “coolers”.

Chicô nos explica o que veremos: “A idéia para esta coleção começou quando tivemos em nossas mãos os cartões e os menus com as gravuras,e das quais teremos alguns originais nesta exposição. Raymundo de Castro Maya está para o Rio como Peggy Guggenheim está para Veneza, Henry Frick para Nova Iorque ou os Nissim de Camondo para Paris”, finaliza o arquiteto.

Da coleção Braziliana, Chicô utilizou desenhos de Debret – de quem Castro
Maya adquiriu 490 aquarelas e 61 desenhos – apenas com rostos de mulheres, e
uma série de pinturas a óleo do século XIX de viajantes europeus como
Rugendas, Chamberlain e Taunay. A azulejaria (presente no “Museu do Açude” em
painéis franceses, holandeses, espanhóis e sobretudo portugueses, dos
séculos XVII ao XIX), também faz parte da coleção “Castro Maya – Um olhar”,
bem como as pinhas de Santo Antonio do Porto, que ornamentam o museu. “Tudo
isso será mostrado por nós em peças criadas a partir deste grande acervo”,
finaliza o arquiteto.

Pra acabarmos, em grande estilo, fiquem com o depoimento da diretora dos “Museus Castro Maya, a competente Vera de Andrade, sobre a mostra:

“É com muita alegria e emoção que os “Museus Castro Maya” se incorporam à
iniciativa de Chicô Gouvêa em homenagear Castro Maya, através desta
exposição em sua loja. Os menus e cartões que serviram para convidar ou
cumprimentar amigos naquela ocasião servem hoje para agregar pessoas em
torno de qualidades comuns ao anfitrião de ontem e ao de hoje: requinte, bom
gosto, prazer em receber e apreciar a boa mesa. Sem falar na paixão pelo
Rio, pano de fundo das ações que moveram Raymundo e hoje inspiram Chicô”.

Amanhã vou estar lá, rente que nem pão quente! BN

RUA GARCIA D’ÁVILA 196, IPANEMA!

Uma das lindas mulheres de Debret que Chicô estampará nas suas preciosas almofadas!

Uma pinha que também estampará almofadas!

 

 

 

 

 

 

 

 


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