Visão linda da Ilha de Malta, a maior do arquipélago homônimo: viagem de sonho que faremos guiadas pela maravilhosa, Mônica Sayão! BN

A querida amiga Mônica Sayão volta ao 40FOREVER para nos guiar, eximiamente e mais uma vez, a “mares nunca dante navegados”… Pelo menos por mim, BN, que amo uma viagem fora do “circuito tradicional” e tenho um interesse muito especial por Malta, instigado pela minha musa e saudosa embaixatriz Yvonne Giglioli, que por muitos anos, junto com seu divino marido, Embaixador Harry Giglioli, reinaram em Brasília como representantes do pitoresco arquipélago, junto ao Governo Brasileiro… Yvonnezinha, finalmente vou à sua Malta, por enquanto, virtualmente e, para tanto, sigo com Mônica. Vamos nessa?!

MALTA, por MÔNICA SAYÃO
“Era um desejo antigo conhecer o arquipélago de Malta. Antes de me envolver com a pesquisa sobre o lugar, olhei no mapa e lá estavam – ilhas tão pequenas, no meio do Mar Mediterrâneo, pareciam perdidas. Como podia ter tanta história e monumentos interessantes? Sem contar uma costa deslumbrante, era o que sempre meus amigos me diziam.

Pois é isso tudo e mais um tanto! O arquipélago de Malta é composto por 3 ilhas principais – Malta, Gozo e Comino, e outras minúsculas inabitadas. Malta é a maior e mais importante. Nela está a capital Valletta. Gozo é a segunda em dimensão e população e Comino, a terceira, é bem pequena. Parece inabitada e inóspita, mas lá mora uma família de camponeses que vivem do que cultivam e pescam.

A história de Malta era desconhecida para mim. Sabia por alto sobre a Ordem de Malta. E para compreender o povo maltês e poder apreciar todo seu patrimônio, é muito importante olhar para seu passado.

Localização de Malta na Europa, vizinha à Velha Sicília: tudo de bom! BN

Malta é diretamente ligada a sua posição geográfica. Localizada a uns 90km ao sul da Sicília e a uns 280km ao norte da costa da Tunísia, era desde os primórdios cobiçada por  navegantes do Mar Mediterrâneo por sua localização central nessas rotas comerciais marítimas. Valletta, em especial, por ter uma costa bastante recortada, logo se tornou um porto muito seguro. Fenícios, gregos, cártagos, romanos, bizantinos e árabes a dominaram ao longo do tempo e lá deixaram sua marca.

Diz-se que elas foram habitadas desde a Idade da Pedra, 5.200 anos a.C.

Fazendo uma breve reconstituição histórica, diz-se que o cristianismo chegou às ilhas por causa do naufrágio de barco de São Paulo, em 60 d.C., que estava a caminho de Roma. Nada pode ser provado mas persiste a “história-lenda” dos vários milagres de São Paulo por lá.

Close no mapa do arquipélago de Malta!BN

Os árabes conquistaram o arquipélago em 870 d.C. e permaneceram por mais de 200 anos.  A língua maltesa é muito influenciada pela herança árabe, assim como costumes árabes persistem na sociedade atual. Que aliás, diga-se de passagem, é composta por  98% de católicos.

Depois dos árabes, Malta passou a ser governada pela Sicília.

Em 1522, no tempo das Cruzadas, os Cavaleiros de São João foram expulsos de Rhodes pelo império otomano. Carlos V, rei da Espanha, temendo uma possível invasão otomana em Roma, fez de Malta o lugar para os Cavaleiros se estabelecerem. Assim eles passaram a ter um lugar para se estabelecerem, dando proteção e assistência médica aos membros das cruzadas, e impedindo avanço de forças inimigas em direção à Roma . Eles fortificaram a ilha, principalmente Valletta por causa do porto, construíram vários hospitais e a famosa cruz de oito pontas, que até hoje é usada como símbolo de organizações de ajuda pelo mundo. Na realidade os otomanos tentaram invadir Malta em 1565, no episódio que ficou conhecido como o Cerco de Malta, mas foram derrotados.

Os Cavaleiros ficaram em Malta de 1530 a 1798, período de grande riqueza, quando artistas como Caravaggio foram comissionados para embelezar palácios e igrejas. São desse período os principais monumentos, lindamente barrocos.

Em 1798 Napoleão Bonaparte conquistou o arquipélago a caminho do Egito. Conta a história que ele pediu autorização para atracar no porto de Valletta para abastecimento da frota francesa, mas na realidade foi um golpe para tomá-la sem grande esforço.

Os malteses pediram ajuda à Inglaterra e em 1800 os franceses foram expulsos.

Os ingleses permaneceram em Malta até 1964, quando o arquipélago se tornou independente. Malta se transformou numa República em 1974 e passou a pertencer à União Européia em 2004. E em 2008 Malta aderiu à zona do euro.

Ufa! Que breve história, que nada! Mas acho fundamental esta introdução porque quem visita Malta percebe um pouco ou muito de cada povo que ali habitou e como o maltês atual herdou características de cada um deles.

Línguas oficiais: maltês e inglês. O italiano também é bastante falado.
População: aprox. 425mil habitantes
Moeda: euro

Aguardem a Parte 2 & a Parte 3″ MS

Museu do Louvre: Maria TM e sua belíssima iniciação no mundo das artes! BN

 

Recebemos hoje, pra nos contar novidades por onde andou, minha filha muito amada, Maria TM… Sigamos com ela! BN

“Das minhas primeiras lembranças de Paris foi ter passado 5 dias indo ao Louvre acompanhada de um grupo só de mulheres (entre elas minha avó, mãe, irmã, 3 amigas, Beyoncé, Anitta, tia Surica…). Tinha 8 anos e nunca mais pisei por lá, mas se hoje em dia eu tenho curiosidade e gosto por exposições e arte, sei que provavelmente deve ter sido por causa disso.

Sempre que chego em Paris (ou qualquer outra cidade grande), gosto de saber o que está passando em museus como d’Orsay, Pompidou, Orangerie, Arts Décoratifs… Dessa vez, graças à algumas dicas de locais, pude fazer um roteiro não tão “mainstream”, mas de exposições super bacanas que valhem muita à pena ver.

 

“O Espírito Francês” na Maison Rouge! BN

 

1- “L’Esprit Français Contre-Cultures 1969-1989”, na Maison Rouge
Faz parte da alma do francês se rebeliar. Aquela insatisfação crônica com uma pitada de cinismo que faz ele reclamar e desaprovar praticamente tudo está escrita em seu DNA.(Obs: eu digo isso com todo carinho do mundo, inclusive se eu vou pra Paris e não levo nenhum forinha de francês, é quase como se não tivesse ido.)
E a exposição “L’Esprit Français Contre-Cultures 1969-1989” mostra justamente a formação desse “espírito francês” crítico, irreverente e contestador através de mais de 700 obras e documentos (cartazes, revistas, jornais, vídeos, etc) – alguns deles estranhamente atuais.

 

O marchant mais descolado do início do século XX e seus eleitos… BN

 

2- “21, Rue la Boétie”, no Musée Maillol
O endereço “21, rue de la Boétie” que dá nome à exposição, foi onde Paul Rosenberg abriu sua primeira galeria em Paris, no início do século passado. A exposição traça a trajetória do marchand (dos maiores da primeira metade do século 20), que também foi agente de grandes pintores da época. São 60 obras expostas de artistas como Picasso, Léger, Matisse, Braque ligadas diretamente ao dealer, além de outras contextualizando o momento histórico e artístico da época.

 

Balanciaga e o “pretinho” nada básico em mostra maravilhosa! BN

 

3- “Balenciaga, L’Oeuvre au Noir”, no Musée Bourdelle
Valeria a ida ao museu Bourdelle, só pra ver a coleção incrível de esculturas de bronze assinadas pelo artista, nos jardins da casa. A exposição monocromática “Balenciaga, L’Oeuvre au Noir” mostra a relação do “costureiro dos costureiros” com a cor (ou não cor) preta. São dezenas de vestidos, tailleurs, saias, manteaus… deslumbrantes do espanhol; exibidos num trajeto de 3 partes: “silhueta e volume”, “preto e luz”, “preto e cor”.

 

 

 

Vejam como o copo é lindo: de cobre e em forma de abacaxi, ele abre no meio, com um detalhe “pulo do gato”: elas encaixam-se perfeitamente, tanto no “modo côncavo” quanto no “modo convexo”, e neste ultimo, uma “banda” gela a outra… Explicação confusa né? mas na prática funciona divinamente!

 

Vivendo e aprendendo com quem roda o mundo à procura de tornar a vida mais charmosa e confortável… Assim é a nossa querida amiga Paula Barcellos, exímia dona de casa e também super antenada pra tudo que é novidade que vale a pena!

Como é o caso do copo que ela apresentou-me e que tem o dom de manter nossa bebida bem geladinha, como num passe de mágica. Vejam, na sequência de fotos, como funciona. Onde encontrá-los? Muito em breve, na maravilhosa loja Tania Bulhões! Louca por eles! BN

 

Passo 1: Inverte-se a “coroa” do abacaxi que, automaticamente, vira um mini balde de gelo…

 

Passo 2: Encher de gelo…

 

Close no passo 2 (reparem que a coroa do abacaxi vira suporte para o copo: maravilha!)

 

Passo 3: Por sua bebida preferida na outra “banda” do abacaxi, executada, de preferência, pelo maravilhoso “Barman” Dedé: ele sabe tudo! (Tanto pode ser um vinho branco, uma caipirinha ou qualquer outro que sua imaginação quiser!)

 

Passo 4: Encaixe a “banda” do copo com gelo embaixo da com bebida… À nossa saúde!

 

 

Este é o “Coco Show”… E não merece o título?!

 

Semana passada, mostrei pra vocês um jantar encantador, dado pela craque Beth Accurso. No post, além da beleza da noite, contei sobre uma salada grega divina e fiquei de dar, também, a receita da sobremesa, lembram?

Como promessa é dívida, segue a “fórmula mágica” de “Coco Show”, nome dado por sua mentora Beth, que ainda conta “que a sobremesa é linda e servida diretamente na fruta!”. Show digo eu, tudo de bom! BN

RECEITA DE COCO SHOW!

PREPARO:
– 1 Coco seco com sua “carne”, para cada pessoa,
– Coloque 2 bolas de sorvete de coco, da sua preferência (a minha marca predileta é MOMO), em cada um dos cocos,
– Jogue por cima, calda também de coco,
– Para dar cor, enfeite com um “bouquet” de hortelã.

CALDA DE COCO:

INGREDIENTES:
– 100g Açúcar de coco,
– 100ml Água filtrada,
– 50g Coco picado.

Preparo:
– Derreta o açúcar,
– Acrescente a água, aos poucos, e deixe ferver até ficar em ponto de calda.
– Acrescente o coco picado e deixe cozinhando por uns 5 minutos.
– Jogue por cima do sorvete!

 

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