Minha querida amiga, VIVI VASCONCELLOS, nos conta sobre esta viagem espetacular que fez!

AC

Entre  as belezas naturais que a América do Sul tem para nos oferecer, El Calafate na Patagônia Argentina se destaca como uma boa opção. É lá que se encontra a famosa geleira chamada Perito Moreno, uma das maiores reservas de água doce do mundo.

É uma viagem rápida que pode ser encaixada em um fim de semana prolongado. Aconselho tanto para casais quanto para a familia. Só é preciso  3 noites para conhecer uma mega geleira e não ter que ir ao Alaska! Uma noite em Buenos Aires e duas noites em El Calafate é o suficiente. Na noite de Buenos Aires as opções de jantar são muitas, desde uma carninha deliciosa  no Porto Madero à  um jantarzinho descolado em Palermo Viello. No dia seguinte de manhã cedo, vôo direto para El Calafate, e na volta  é possível voar direto para o Rio.

 

Em  El Calafate  a dica é ficar no o hotel  “Los Notros” que fica dentro do parque nacional, de frente para o Perito Moreno. É um hotel rústico, porém charmoso,  confortável e a comida é ótima. A tarde, depois dos passeios, eles nos recebem no aconchego do lobby para um delicioso happy hour.   O hotel oferece passeios que se encaixam nos diversos tipos de viajantes, passeios de barco, e caminhadas sobre a geleira. Lá de cima podemos ver cavernas, riachos e escutar o estrondo dos blocos de gelo  se descolando e caindo dentro d’água… No dia do “trecking” sobre a geleira, o nosso guia nos preparou uma surpresa: montou um bar lá no alto,tanto o gelo como a água retirados do local, foi muito divertido! Eu estava morrendo de medo,mas valeu a pena!!!

 

 

 

Los Nostros Hotel

 

www.parquesnacionales.gov.br

www.losnotros.com

www.plantelturismo.com.br

Vivi Vasconcellos para o 40 Forever

AC

A entrada do porto vista de Valletta: Visual lindo!

 

Mais uma vez, temos a alegria de receber Mônica Sayão para nos contar, ainda mais, sobre as maravilhas de Malta… Sigamos com ela, sob o título de “Ainda sobre Valletta”… BN

MÔNICA SAYÃO:
“Valletta fica numa península e por este motivo está rodeada pelo Mar Mediterrâneo que avança e recorta de maneira singular a costa desta parte da ilha de Malta. Hoje tanto a península como as porções de terra no entorno são densamente povoadas e tudo parece uma única e grande cidade. Mas não se enganem: Valletta é somente a parte da península, erguida dentro de muralhas, como mostra o mapa abaixo. Hoje temos à direita Sliema e St. Julian’s e à esquerda temos Copiscua, entre outras cidades conectadas onde não se vê limites oficiais. Só mesmo com a ajuda de um mapa é que se pode entender porque essa região foi tão cobiçada como um porto perfeito: no meio do Mediterrâneo, controlando a rota leste-oeste do comércio marítimo, e extremamenteseguro por sua conformação geográfica

 

A primeira construção feita pelos Cavaleiros de Malta foi o Forte de S. Elmo, mostrado na ponta inferior esquerda do mapa… Valetta, é a área laranja quadriculada onde a co-catedral foi construída. Mapa do século XVI.

 

Parte de Conspícua, vista de Valleta.

 

Arquitetura barroca do tempo dos Cavaleiros de Malta.

 

Avenida da República: eixo principal da cidade de Valletta.

 

Muitos detalhes super interessantes nas fachadas.

 

Antes que vocês desistam de ler este post, pelo excesso de arquitetura e histórias, sou obrigada a mostrar as lindas sacadas fechadas, características do lugar: Elas estão por toda parte das ilhas de Malta”. MS

 

 

 

 

 

 

SIGAM MÔNICA SAYÃO NO MARAVILHOSO INSTAGRAM:
@monicasayao

 

 

 

Catedral de Malta: seu interior é bastate austero!

 

Esta é a continuação do maravilhoso post “MALTA, parte 1: QUANDO GEOGRAFIA & HISTÓRIA SE MISTURAM”, que foi nos contado pela maravilhosa “globetrotter” Monica Sayão e seus roteiros de viagens sensacionais… Sigamos com ela! BN

“MALTA parte 2”, por Mônica Sayão
“Quando a Ordem dos Cavaleiros de São João chegou a Malta, em 1530, Valletta era praticamente desabitada.

A primeira construção a ser erguida foi o Forte Elmo, em forma de estrela, na entrada do porto. Após a vitória dos Cavaleiros que resistiram à frota otomana por 1 ano, no episódio conhecido como o Cerco de Malta, em 1565, eles receberam muitos recursos das potências européias para que Valletta fosse construída como cidade fortificada.

A gente precisa saber que a Ordem dos Cavaleiros de Malta era formada por 8 grupos de origem distinta da Ordem dos Hospitalários: os de Auvergne, os da Provence, os da França, os de Aragão, os de Castela e Portugal, os da Itália, os da Baviera e os da Inglaterra. Aliás, a cruz de Malta , que aparece pela primeira vez em moedas de cobre datadas de 1576, tem 8 pontas que simbolizam as obrigações a serem seguidas pela Ordem, que eram: ter fé, viver na verdade, dar provas de humildade, ser misericordioso, arrepender-se dos pecados cometidos, ser incondicionalmente sincero, e suportar a perseguição.

 

Detalhe da fachada.

 

Uma das construções mais importantes e mais lindas é a co-catedral de São João, concluída em 1576. Ela é dedicada a São João Batista, o padroeiro da Ordem.

 

Mas a surpresa vem ao entrar na nave principal. Uau!!!

 

For fora ela é austera, erguida com a mesma pedra local usada em todas as construções. Mas seu interior é inesperado e impactante, decorado em estilo barroco!

 

A Cruz de Malta sempre presente, mesmo na ornamentação das paredes.

 

Anexo à co-catedral há ainda um museu que vale ser visitado. Entre outras tesouros, há uma expressiva coleção de tapeçarias flamencas” MS.

 

O piso da nave é todo composto por túmulos em mármore dos Cavaleiros mais importantes… Reparem a caveira neste túmulo!

 

A tela A Decapitação de João Batista, do grande pintor Caravaggio, fica numa capela onde não se pode fotografar… Tive que “pegar emprestado” da internet. Ao vivo, é espetacular.

 

 

 

Seguindo com nossa querida Denise Luna…

AC

“Tive o privilégio de conhecer Israel em janeiro e uma das cidades que me impressionou foi Akko ou Acre com mais de 4.000 anos de idade.

 

Situada na região da Galileia, a norte da Baía de Haifa, na costa do Mediterrâneo, a cidade antiga guarda características que remontam aos Assírios, Persas, Fenícios, Romanos, Bizantinos e tantos outros que tentaram dominar a região. Até Napoleão Bonaparte integra o grupo dos conquistadores (no caso dele, uma tentativa frustrada). Em 2001, a cidade de Akko foi declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO.

O que pode ser visto hoje no sítio histórico são os túneis subterrâneos e a cidade murada construídos pelos Cruzados e Otomanos, entre os séculos XII a XIII e XVIII a XIX. Caminhar entre as vielas, subterrâneos e fortalezas é sentir-se totalmente integrado à história de Israel. Além dos túneis, Akko tem um porto antigo, seus Salões de Cavaleiros do período das cruzadas, os lugares arqueológicos, seus mercados coloridos, sua variedade de festivais e seu famoso Hummus.

Se você for a Israel, vale a pena conferir!”

 

   

Denise Luna para o 40 Forever

AC

 

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