Paula Massena e Maria Luiza Neves

 

Sob a batuta de Maria Luiza Neves e sua sócia Paula Massena, proprietárias da agencia ORIGINAL TRAVEL, empresa especializada em roteiros personalizados, a dupla acabou de chegar da Ásia e nos conta com detalhes como foi esse tapete mágico.

AC

“A farra, muito bem organizada, começa na ida para o aeroporto. Uma van pegou o grupo em casa, já comemorando com serviço de champagne a bordo.

 

Wat Xieng Thong é um dos mais famosos templos do Laos e o maior cartão postal de Luang Prabang. Construído em 1559 foi o palco de todas as coroações dos reis locais desde então.

 

Nosso primeiro destino foi Bangkok, cidade escolhida para começarmos a ajustar o fuso horário e aproveitar para conhecer os pontos altos da cidade. E, como não podia deixar de ser, com todos os restaurantes reservados, como o incrível Sirocco, situado no rooftop do Lebua Tower. Talvez, uma das melhores experiências gastronômicas e interessantes vistas na vida, um verdadeiro espetáculo em todos os sentidos!!! Sirocco é uma mistura de luxo, sofisticação, comida divina e gente exótica.

 

Grand Palácio de Bangkok, construído em 1782 a pedido do Rei Rama I, residência da família real por cerca de 150 anos.

Detalhes do Grand Palacio

 

Depois, seguimos para Siem Reap, no Camboja, lugar fantástico com templos sensacionais no meio da selva, cercado de um povo sofrido pela guerra e mesmo assim, receptivo e muito servil. A inesquecível estada, foi agregada pelo maravilhoso serviço do nosso “footman”, incansável no atendimento ao grupo .

 

 

Angkor Wat – O templo permaneceu habitado durante séculos apenas pelos monges que nada sabiam do mundo além do limite de seus muros.

 

A próxima parada foi Luang Prabang, Laos, patrimônio mundial, incrível, de tirar o folego. Parecia que estávamos em outra galáxia, como que vivendo em um mundo paralelo. A energia e beleza do local misturada ao povo torna o lugar mais místico e exuberante.

E como não poderia deixar de ser, além dos belíssimos pontos turísticos tivemos mais uma incursão gastronômica invejável. Bebemos uma Margherita premiadíssima no restaurante 3 Nagas, o máximo!

Claro, que viramos atração da cidade. Imagina, um lugar onde todos falam placidamente, em que monges já circulam às 5 da manhã e subitamente às 9 horas da noite, chegam 14 mulheres barulhentas e felizes para jantar, ui !!!

 

Nossas meninas!!

 

Após 3 dias nesse paraíso, seguimos para o Vietnã, local que a princípio gerou muitas dúvidas e por fim, tivemos a certeza que fizemos o que foi perfeito.

A primeira cidade foi Hanoi, feia, suja e confusa, mas nosso interesse era alcançar Halong Bay, e a única forma é a partir daí. Seguimos pela manhã em um cruzeiro de três dias, onde fomos recebidas com chuva de pétalas, nossas cabines todas superiores , com varanda, um verdadeiro luxo!

Depois, desse deslumbre de lugar, descemos a costa do Vietnã, aí que surge Hoi An, cidade toda amarela repleta de lanternas, daquelas que você vê nos filmes e jura que é cenário, e Hue, antiga Cidade Imperial, show total !

Seguindo esse percurso divino chegamos a Saigon, hoje oficialmente chamada de Ho Chi Minh. O nome foi mudado em 1976 em homenagem ao líder e herói vietnamita do mesmo nome, mas os locais continuam utilizando o nome antigo. A cidade possui 8 milhões de habitantes e 7,6 milhões de motos. E não existe mão e contra mão, na hora do rush calçada e rua são uma coisa só. Dá para imaginar a loucura, não é!

Por fim, seguimos para o lugar mais tecnológico, mais limpo, mais moderno, mais rico , muuuito rico: Singapura. Numa mesma rua “Orchad Road”, tem shoppings com lojas como Gucci, Prada, Miu Miu, Louis Vuitton, Hermes, Burberry, Tiffany, Bulgari , Chanel e tantas outras. Em frente, tem outro shopping com as mesmas lojas e a 200 metros tanto de um lado quanto do outra da calçada, também. Meus Deus , que é isso, ficamos loucas!!!

Singapura – Orchad Road

Cidade toda tecnológica e moderna. Marina Bay Sands possui um cassino e uma das piscinas de borda infinita mais famosa do mundo, um verdadeiro escândalo!!!

 

A cidade é deslumbrante possui um jardim botânico com as Super Tree Grooves. É um verdadeiro espetáculo!!!”

 

Vista magnifica de Halong Bay

Wat Pho – Templo do Buda Reclinado – Tem 46 metros de comprimento e 15 de altura e todo coberto de folhas de ouro.

– Ronda das Almas ou Tak Bat – Cerimônia que acontece diariamente onde os monges recolhem doações.

 

 

– Interior do templo no complexo do Grand Palácio em Luang Prabang. Ficamos encantadas com suas paredes toda feita de madeira e os mosaicos em cristais tchecos. Um desbunde!!!

– Passeio em canoa típica a uma enseada onde a passagem é feita por essa entrada minúscula para saírmos nesse paraíso.

Hoi An – Sem dúvida o lugar mais charmoso do Vietna

A magia de Hoi An

Hue antiga Cidade Imperial

 

AC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Eis o lindo Museu Dior, em Granville na Normandia!

Eis a linda “Ville Les Rhumbs”, onde está instalado o Museu Dior, em Granville na Normandia!

 

Dia destes, ganhei um maravilhoso perfume da Dior e fiquei intrigada quando li que as flores, de sua composição, vinham do “Jardim Dior”… Pensei, vou atrás deste lugar que deve ser perto de “heaven”. Só que a vida tão corrida varreu, lá pros redutos de Freud, a minha mais firme intenção de conhecê-lo até que me deparei, de novo, com outra notícia, sobre o mesmo jardim: aí o acaso virou destino, parei tudo e aqui estou, contando pra vocês sobre a maravilha que conheci.

 

Christian Dior em seu divino jardim!

Christian Dior em seu divino jardim!

 

Tudo começou quando a família Dior comprou, em 1905, a “Ville Les Rhumbs”, um palacete encantador, construído no final do século XIX pelo armador Beust, no alto da falésia de Granville, em frente às ilhas Anglo-Normandas e perto do irônico Monte San Michel. Nossa, quanta beleza junta…

 

Outro ângulo da adorada casa da infância de Christian Dior!

Outro ângulo da adorada casa da infância de Christian Dior,

 

Do jardim vê-se o mar...

Do jardim vê-se o mar… Que visual!

 

Les Rhumbs é a divisão de uma rosa dos ventos... Esta está no jardim.

“Les Rhumbs”  vem da divisão de uma rosa dos ventos… Por isso este mosaico no jardim.

 

E foi nesta maravilha de cenário que cresceu seu mais ilustre morador, o grande Christian Dior, que assim a descreveu em sua autobiografia, “Dior por Dior”: “… é a casa de minha infância. Dela, guardo as lembranças mais meigas e maravilhadas. O que digo? Minha vida, meu estilo, devem muitíssimo à sua arquitetura e localização”.

 

O lindo roseiral do Jardim Dior plantado, inicialmente, pela mãe do costureiro, Madeleine Dior!

O lindo roseiral do Jardim Dior plantado, inicialmente, pela mãe do costureiro, Madeleine Dior!

 

Look da piscina...

Look da piscina…

 

A charmosa pérgola...

A charmosa pérgola…

 

O recanto do jardim delicioso e extensão da casa de chá.

O recanto do jardim delicioso e extensão da casa de chá.

 

O tempo passou e a crise dos anos 30 pegou a família do sucedido comerciante Maurice Dior em cheio. Por isso, em 1932, ele é obrigado a vender seu “personal kingdom” para a prefeitura de Granville, que manteve a propriedade fechada até 1938, quando autoriza a visitação pública de seu lindo jardim.

 

Cartaz da exposição "Dior, La Revolution du New Look".

Cartaz da exposição “Dior, La Revolution du New Look”.

 

Daí à bela “Ville Les Rhumbs” virar centro cultural foi uma longa jornada que resultou no único museu, em toda França, dedicado à vida e obra de um costureiro e ao sucesso de sua casa de costura. BN

 

Croquis de u tailler bar, carro-chefe do New Look criado por Dior e que revolucionou a moda ocidental

Croquis de um tailler bar, carro-chefe do New Look criado por Dior, que revolucionou a moda ocidental.

 

CLIQUE PARA O SITE.

 

 

Paramos aqui, no post passado, quando desembarquei neste lindo “Spring Cottage”!

 

Como contei no post “Descendo o Tâmisa”, cheguei à Cliveden House depois de navegar por quase duas horas, saindo de Windsor: estava feliz e faminta.

 

A fonte linda que inaugura o gramado que mais parece um tapete conjugado à deslumbrante casa!

 

Do lindo “Spring Cottage”, onde aportei, até a casa, percorre-se 10 minutos de carro, cruzando parte dos 370 acres de jardins e parques que compõe a deslumbrante propriedade. De natureza pujante, o bosque que acompanha a estrada é denso e constante, talvez pra preparar a nossa entrada na magnífica e gigantesca clareira que abriga o palacete e que começa numa fonte linda, continua por um imenso gramado e termina, triunfalmente, na porta da casa que mais parece um castelo, com sua serena majestade: bem vindos à Cliveden House.

 

Eis a suntuosa Cliveden House: Uma espécie de Downton Abbey da vida real…

 

Com 300 e muitos anos de histórias pra contar, ela nos recebe como se fôssemos um de seus ilustres hóspedes do passado. Construída pelo Duque de Buckingham, em 1666, Cliveden House habituou-se a hospedar a realeza inglesa, até o início do século XX, quando passou às mãos da elite burguesa americana, ao ser comprada pelos Astor. Predestinada, a clientela mudou de reis e duques para “stars” como Charles Chaplin, Bernard Shaw, Winston Churchill ou Franklin Roosevelt: se suas paredes falassem, “Downton  Abbey” estaria perdida.

 

O deslumbrante salão da casa: amo vermelho com verde limão!

 

De outro ângulo… A mesma beleza!

 

Da porta pra dentro, tudo continua lindo-maravilhoso, pontificando o visual anglo-americano, de seus últimos proprietários: na parede ao fundo do salão reina, forever,  Nancy Astor, num lindo óleo pintado pelo divino John Singer Sargent.

 

Vejam Nancy Astor pontificando nas paredes de Cliveden, até hoje, lindamente retratada pelo mestre Sargent!

 

Detalhe da escada capotante que leva ao segundo andar de Civeden!

 

Com a lareira acesa, bouquets maravilhosos e uma atmosfera de filme de época, não me senti cliente um minuto, mas uma ilustre convidada. Nesta onda cheguei à biblioteca, pra encontrar alguns minutos de descanso e um drink geladérrimo.

 

O bar montado na biblioteca: chic!

 

Depois que a gastronomia virou a oitava arte e nos leva aos confins da terra, atrás de suas estrelas, segui para o almoço, que nos esperava e onde tudo estava di-vi-no! Mas muito aqui entre nós, devo confesso: ele estava predestinado ao segundo plano… Impossível competir com os “Remains of the day”.

 

Vejam que linda a “sala de jantar”. Temos que pelejar pra lembrar que estamos num restaurante…

 

Outro recanto…

 

Esta é a vista da sala de jantar: para os lindos jardins de Cliveden!

 

Close up no meu suflê Grand Marnier: sobremesa que como rezando!

 

Fica o conselho: passe um dia de pura magia, com esta dupla dinâmica: “Boating at Cliveden” e “Cliveden House”. São, simplesmente, imperdíveis! BN

 

Termino com a elegância do senhor Manuel da Silva, nos salões de Cliveden House. Nosso querido motorista, que nos guiou por toda Londres e fora dela, sem titubear: ele fez toda a diferença!

 

CONTATO:
TEL: +44 (0) 1628 668561

SITE

 

O Suzy Ann é um dos três barcos da flotilha da Cliveden House: vejam que lindo!

 

Devo este post à minha querida amiga, Solange Medina, senhora das grandes dicas!

 

O maravilhoso Castelo de Windsor, que no dia hospedava sua senhora e Rainha Elizabeth II: Vejam a bandeira no mastro, indicando a presença real!

 

Trata-se de um passeio de barco e de sonho, pelo Tâmisa, saindo da cidade de Windsor e aportando numa casa única, para almoçar como os reis, duques, condes e grandes homens que a freqüentaram.

 

A saída de Windsor: só no Lago dos Cisnes vi tantos exemplares…

 

Falo de Cliveden House cuja construção inicial é do ano 1666, feita pelo Duque de Buckingham. Depois de cumprir uma bela história hospedando a mais ilustre nobreza inglesa, passou para as mãos da família americana Astor, quando tornou-se pouso de plebeus do quilate de Charles Chaplin ou do Presidente Roosevelt. Hoje é um hotel elegantíssimo, Relais & Chateaux, onde a fidalguia e o requinte imperam: vou mostrá-la em outro post!

 

Devidamente instalada, curtindo muito este passeio único!

 

E pra chegar até ela, em grande estilo, devemos navegar rio abaixo, de Windsor até Taplow, num barco igualmente chic, que serpenteia por aproximadamente duas horas, pelas margens do Nilo inglês, nos deliciando com uma paisagem mágica, compostas por deslumbrantes casas ribeirinhas.

 

Selecionei algumas casas pra gente ir descendo o rio, curtindo o visual…

 

O estilo normando é muito comum por lá…

 

Todo mundo sai de casa navegando…

 

Esta casa é deliciosa…

 

E esta é suntuosa…

 

Não vi um muro por lá… No máximo, cerca. Perfeito pra curtimos o cenário que a sucessão de casas oferece. Noves fora esta árvore!

 

De vez em quando, cruzamos com outros navegadores: o rio é alegríssimo!

 

A chegada à Cliveden House é majestosa, pois aportamos em um charmosérrimo “Spring Cottage”, que serve de ancoradouro e o resto… eu conto mais adiante.

 

O “Spring Cottage” da Cliveden House: podre de chic e de charmoso!

 

Peguemos a estrada que nos leva à Cliveden House: até lá!

 

DETALHES:

– Contrate um carro para te levar de Londres à Windsor e, umas cinco horas depois, te pegar em Cliveden. O ideal é deixar a capital inglesa às 10 horas. E, se você puder fazer uma extravagância, durma uma noite por lá, deve ser inesquecível.

– Contrate o “Boating at Cliveden”, como eles chamam este delicioso navegar, diretamente com o hotel. Porque há também outros barcos que fazem o mesmo percurso, mas não se comparam.

– Na onda do “jaqui”, aproveite para visitar o emblemático Castelo de Windsor,a mais antiga residência real britânica, continuamente habitada: no dia que estivemos lá, Sua Majestade a Rainha também estava. Para tanto, saia de Londres mais cedo, pois ele abre para os turistas de 9:45 até 17:15… Tem coisa mais inglesa do que este horário?! BN

CONTATO:
TEL: +44 (0) 1628 668561

SITE

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...