Catedral de Malta: seu interior é bastate austero!

 

Esta é a continuação do maravilhoso post “MALTA, parte 1: QUANDO GEOGRAFIA & HISTÓRIA SE MISTURAM”, que foi nos contado pela maravilhosa “globetrotter” Monica Sayão e seus roteiros de viagens sensacionais… Sigamos com ela! BN

“MALTA parte 2”, por Mônica Sayão
“Quando a Ordem dos Cavaleiros de São João chegou a Malta, em 1530, Valletta era praticamente desabitada.

A primeira construção a ser erguida foi o Forte Elmo, em forma de estrela, na entrada do porto. Após a vitória dos Cavaleiros que resistiram à frota otomana por 1 ano, no episódio conhecido como o Cerco de Malta, em 1565, eles receberam muitos recursos das potências européias para que Valletta fosse construída como cidade fortificada.

A gente precisa saber que a Ordem dos Cavaleiros de Malta era formada por 8 grupos de origem distinta da Ordem dos Hospitalários: os de Auvergne, os da Provence, os da França, os de Aragão, os de Castela e Portugal, os da Itália, os da Baviera e os da Inglaterra. Aliás, a cruz de Malta , que aparece pela primeira vez em moedas de cobre datadas de 1576, tem 8 pontas que simbolizam as obrigações a serem seguidas pela Ordem, que eram: ter fé, viver na verdade, dar provas de humildade, ser misericordioso, arrepender-se dos pecados cometidos, ser incondicionalmente sincero, e suportar a perseguição.

 

Detalhe da fachada.

 

Uma das construções mais importantes e mais lindas é a co-catedral de São João, concluída em 1576. Ela é dedicada a São João Batista, o padroeiro da Ordem.

 

Mas a surpresa vem ao entrar na nave principal. Uau!!!

 

For fora ela é austera, erguida com a mesma pedra local usada em todas as construções. Mas seu interior é inesperado e impactante, decorado em estilo barroco!

 

A Cruz de Malta sempre presente, mesmo na ornamentação das paredes.

 

Anexo à co-catedral há ainda um museu que vale ser visitado. Entre outras tesouros, há uma expressiva coleção de tapeçarias flamencas” MS.

 

O piso da nave é todo composto por túmulos em mármore dos Cavaleiros mais importantes… Reparem a caveira neste túmulo!

 

A tela A Decapitação de João Batista, do grande pintor Caravaggio, fica numa capela onde não se pode fotografar… Tive que “pegar emprestado” da internet. Ao vivo, é espetacular.

 

 

Visão linda da Ilha de Malta, a maior do arquipélago homônimo: viagem de sonho que faremos guiadas pela maravilhosa, Mônica Sayão! BN

A querida amiga Mônica Sayão volta ao 40FOREVER para nos guiar, eximiamente e mais uma vez, a “mares nunca dante navegados”… Pelo menos por mim, BN, que amo uma viagem fora do “circuito tradicional” e tenho um interesse muito especial por Malta, instigado pela minha musa e saudosa embaixatriz Yvonne Giglioli, que por muitos anos, junto com seu divino marido, Embaixador Harry Giglioli, reinaram em Brasília como representantes do pitoresco arquipélago, junto ao Governo Brasileiro… Yvonnezinha, finalmente vou à sua Malta, por enquanto, virtualmente e, para tanto, sigo com Mônica. Vamos nessa?!

MALTA, por MÔNICA SAYÃO
“Era um desejo antigo conhecer o arquipélago de Malta. Antes de me envolver com a pesquisa sobre o lugar, olhei no mapa e lá estavam – ilhas tão pequenas, no meio do Mar Mediterrâneo, pareciam perdidas. Como podia ter tanta história e monumentos interessantes? Sem contar uma costa deslumbrante, era o que sempre meus amigos me diziam.

Pois é isso tudo e mais um tanto! O arquipélago de Malta é composto por 3 ilhas principais – Malta, Gozo e Comino, e outras minúsculas inabitadas. Malta é a maior e mais importante. Nela está a capital Valletta. Gozo é a segunda em dimensão e população e Comino, a terceira, é bem pequena. Parece inabitada e inóspita, mas lá mora uma família de camponeses que vivem do que cultivam e pescam.

A história de Malta era desconhecida para mim. Sabia por alto sobre a Ordem de Malta. E para compreender o povo maltês e poder apreciar todo seu patrimônio, é muito importante olhar para seu passado.

Localização de Malta na Europa, vizinha à Velha Sicília: tudo de bom! BN

Malta é diretamente ligada a sua posição geográfica. Localizada a uns 90km ao sul da Sicília e a uns 280km ao norte da costa da Tunísia, era desde os primórdios cobiçada por  navegantes do Mar Mediterrâneo por sua localização central nessas rotas comerciais marítimas. Valletta, em especial, por ter uma costa bastante recortada, logo se tornou um porto muito seguro. Fenícios, gregos, cártagos, romanos, bizantinos e árabes a dominaram ao longo do tempo e lá deixaram sua marca.

Diz-se que elas foram habitadas desde a Idade da Pedra, 5.200 anos a.C.

Fazendo uma breve reconstituição histórica, diz-se que o cristianismo chegou às ilhas por causa do naufrágio de barco de São Paulo, em 60 d.C., que estava a caminho de Roma. Nada pode ser provado mas persiste a “história-lenda” dos vários milagres de São Paulo por lá.

Close no mapa do arquipélago de Malta!BN

Os árabes conquistaram o arquipélago em 870 d.C. e permaneceram por mais de 200 anos.  A língua maltesa é muito influenciada pela herança árabe, assim como costumes árabes persistem na sociedade atual. Que aliás, diga-se de passagem, é composta por  98% de católicos.

Depois dos árabes, Malta passou a ser governada pela Sicília.

Em 1522, no tempo das Cruzadas, os Cavaleiros de São João foram expulsos de Rhodes pelo império otomano. Carlos V, rei da Espanha, temendo uma possível invasão otomana em Roma, fez de Malta o lugar para os Cavaleiros se estabelecerem. Assim eles passaram a ter um lugar para se estabelecerem, dando proteção e assistência médica aos membros das cruzadas, e impedindo avanço de forças inimigas em direção à Roma . Eles fortificaram a ilha, principalmente Valletta por causa do porto, construíram vários hospitais e a famosa cruz de oito pontas, que até hoje é usada como símbolo de organizações de ajuda pelo mundo. Na realidade os otomanos tentaram invadir Malta em 1565, no episódio que ficou conhecido como o Cerco de Malta, mas foram derrotados.

Os Cavaleiros ficaram em Malta de 1530 a 1798, período de grande riqueza, quando artistas como Caravaggio foram comissionados para embelezar palácios e igrejas. São desse período os principais monumentos, lindamente barrocos.

Em 1798 Napoleão Bonaparte conquistou o arquipélago a caminho do Egito. Conta a história que ele pediu autorização para atracar no porto de Valletta para abastecimento da frota francesa, mas na realidade foi um golpe para tomá-la sem grande esforço.

Os malteses pediram ajuda à Inglaterra e em 1800 os franceses foram expulsos.

Os ingleses permaneceram em Malta até 1964, quando o arquipélago se tornou independente. Malta se transformou numa República em 1974 e passou a pertencer à União Européia em 2004. E em 2008 Malta aderiu à zona do euro.

Ufa! Que breve história, que nada! Mas acho fundamental esta introdução porque quem visita Malta percebe um pouco ou muito de cada povo que ali habitou e como o maltês atual herdou características de cada um deles.

Línguas oficiais: maltês e inglês. O italiano também é bastante falado.
População: aprox. 425mil habitantes
Moeda: euro

Aguardem a Parte 2 & a Parte 3″ MS

Paula Massena e Maria Luiza Neves

 

Sob a batuta de Maria Luiza Neves e sua sócia Paula Massena, proprietárias da agencia ORIGINAL TRAVEL, empresa especializada em roteiros personalizados, a dupla acabou de chegar da Ásia e nos conta com detalhes como foi esse tapete mágico.

AC

“A farra, muito bem organizada, começa na ida para o aeroporto. Uma van pegou o grupo em casa, já comemorando com serviço de champagne a bordo.

 

Wat Xieng Thong é um dos mais famosos templos do Laos e o maior cartão postal de Luang Prabang. Construído em 1559 foi o palco de todas as coroações dos reis locais desde então.

 

Nosso primeiro destino foi Bangkok, cidade escolhida para começarmos a ajustar o fuso horário e aproveitar para conhecer os pontos altos da cidade. E, como não podia deixar de ser, com todos os restaurantes reservados, como o incrível Sirocco, situado no rooftop do Lebua Tower. Talvez, uma das melhores experiências gastronômicas e interessantes vistas na vida, um verdadeiro espetáculo em todos os sentidos!!! Sirocco é uma mistura de luxo, sofisticação, comida divina e gente exótica.

 

Grand Palácio de Bangkok, construído em 1782 a pedido do Rei Rama I, residência da família real por cerca de 150 anos.

Detalhes do Grand Palacio

 

Depois, seguimos para Siem Reap, no Camboja, lugar fantástico com templos sensacionais no meio da selva, cercado de um povo sofrido pela guerra e mesmo assim, receptivo e muito servil. A inesquecível estada, foi agregada pelo maravilhoso serviço do nosso “footman”, incansável no atendimento ao grupo .

 

 

Angkor Wat – O templo permaneceu habitado durante séculos apenas pelos monges que nada sabiam do mundo além do limite de seus muros.

 

A próxima parada foi Luang Prabang, Laos, patrimônio mundial, incrível, de tirar o folego. Parecia que estávamos em outra galáxia, como que vivendo em um mundo paralelo. A energia e beleza do local misturada ao povo torna o lugar mais místico e exuberante.

E como não poderia deixar de ser, além dos belíssimos pontos turísticos tivemos mais uma incursão gastronômica invejável. Bebemos uma Margherita premiadíssima no restaurante 3 Nagas, o máximo!

Claro, que viramos atração da cidade. Imagina, um lugar onde todos falam placidamente, em que monges já circulam às 5 da manhã e subitamente às 9 horas da noite, chegam 14 mulheres barulhentas e felizes para jantar, ui !!!

 

Nossas meninas!!

 

Após 3 dias nesse paraíso, seguimos para o Vietnã, local que a princípio gerou muitas dúvidas e por fim, tivemos a certeza que fizemos o que foi perfeito.

A primeira cidade foi Hanoi, feia, suja e confusa, mas nosso interesse era alcançar Halong Bay, e a única forma é a partir daí. Seguimos pela manhã em um cruzeiro de três dias, onde fomos recebidas com chuva de pétalas, nossas cabines todas superiores , com varanda, um verdadeiro luxo!

Depois, desse deslumbre de lugar, descemos a costa do Vietnã, aí que surge Hoi An, cidade toda amarela repleta de lanternas, daquelas que você vê nos filmes e jura que é cenário, e Hue, antiga Cidade Imperial, show total !

Seguindo esse percurso divino chegamos a Saigon, hoje oficialmente chamada de Ho Chi Minh. O nome foi mudado em 1976 em homenagem ao líder e herói vietnamita do mesmo nome, mas os locais continuam utilizando o nome antigo. A cidade possui 8 milhões de habitantes e 7,6 milhões de motos. E não existe mão e contra mão, na hora do rush calçada e rua são uma coisa só. Dá para imaginar a loucura, não é!

Por fim, seguimos para o lugar mais tecnológico, mais limpo, mais moderno, mais rico , muuuito rico: Singapura. Numa mesma rua “Orchad Road”, tem shoppings com lojas como Gucci, Prada, Miu Miu, Louis Vuitton, Hermes, Burberry, Tiffany, Bulgari , Chanel e tantas outras. Em frente, tem outro shopping com as mesmas lojas e a 200 metros tanto de um lado quanto do outra da calçada, também. Meus Deus , que é isso, ficamos loucas!!!

Singapura – Orchad Road

Cidade toda tecnológica e moderna. Marina Bay Sands possui um cassino e uma das piscinas de borda infinita mais famosa do mundo, um verdadeiro escândalo!!!

 

A cidade é deslumbrante possui um jardim botânico com as Super Tree Grooves. É um verdadeiro espetáculo!!!”

 

Vista magnifica de Halong Bay

Wat Pho – Templo do Buda Reclinado – Tem 46 metros de comprimento e 15 de altura e todo coberto de folhas de ouro.

– Ronda das Almas ou Tak Bat – Cerimônia que acontece diariamente onde os monges recolhem doações.

 

 

– Interior do templo no complexo do Grand Palácio em Luang Prabang. Ficamos encantadas com suas paredes toda feita de madeira e os mosaicos em cristais tchecos. Um desbunde!!!

– Passeio em canoa típica a uma enseada onde a passagem é feita por essa entrada minúscula para saírmos nesse paraíso.

Hoi An – Sem dúvida o lugar mais charmoso do Vietna

A magia de Hoi An

Hue antiga Cidade Imperial

 

AC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Algumas das belezuras da Andaluzia, por onde vamos flanar neste post!

 

Este post é pra nossa muito amada Cristiana Renault, que me fez voltar a um dos lugares mágicos da face da terra, voando de minha própria poltrona, sem pegar turbulência: Andaluzia aqui vamos nós!

Sortuda, fui à Andaluzia três vezes na vida e, a cada ida, aprimorei o roteiro ganhando uma certeza: Faz a a maior diferença organizarmos a viagem em ordem cronológica. A sequência dos acontecimentos está carimbada nos lugares e não segui-la dá a estranha sensação de começar pelo final.

 

Eis o quadrilátero de ouro Andaluz!

Eis o quadrilátero de ouro andaluz!

 

O clássico passeio andaluz é sempre baseado no tripé Córdoba-Granada-Sevilha. O que não nos impede de rechear o percurso central com algumas das pérolas salpicadas pelo imperdível sul espanhol. Como diz meu gurú em viagens, o “Guia Visual da Folha”, na Andaluzia encontramos “todos os estereótipos da Espanha: toureiros, praias, flamenco, vilarejos de casas brancas, casas em cavernas, fiestas exuberantes, procissões religiosas, tapas e xerez”.

Vamos ao roteiro, com a ressalva: melhor começo é mesmo por Madrid, porta natural de entrada à Espanha. Aconselho a fazer o trecho Madrid/Córdoba no maravilhoso trem local (TGV), pois é quase um ritual de iniciação seguirmos o percurso pelo chão, para irmos entrando no clima e chegarmos à Córdoba antes do pôr do sol.

– CÓRDOBA:

 

mezquita-cordoba

O impacto que este “coqueiral” de colunas provoca é inenarrável!

 

Sede do poderoso Califado mouro que se estabeleceu no sul da Espanha, no começo do século VIII, Córdoba foi a primeira capital andaluz. Situada ao norte da região, é ideal hospedar-se no centro histórico pois concentra a maior parte das atrações. Dois dias e três noites são perfeitos para darmos conta de seu lindo recado.

No primeiro dia, acorde cedo e vá dar um “rolé” de charrete, é tão romântico… Volta-se no tempo mesmo à la Julio Verne, a cidade é linda e bem conservada. Depois do almoço, hora de trabalhar. Conheça o maravilhoso “Alcazar de los Reyes Cristianos”, com sua construção imponente e jardins lindos. Na volta pro hotel, pare em um dos bares de tapa da cidade para uma boquinha acompanhada de um xerez: abre o seu apetite e é delicioso.

Dia seguinte, vá direto conhecer a maravilhosa “Mezquita/Catedral”, um dos pontos altos do roteiro andaluz, quanto mais cedo menos gente: seu queixo vai despencar com tanta beleza! Visita terminada, vá passar o resto do dia na “judería” local, sem lenço nem documento. É divino flanar por suas ruelas bordeadas pelo casario mais encantador, as portas abertas revelando aos turistas seus famosos pátios, lindamente floridos. Inolvidable!

– GRANADA:

 

Sua majestade o Palácio do Alhambra ao cair do sol: Uma das maravilhas deste mundo!

Sua majestade o Palácio do Alhambra ao cair do sol: Uma das maravilhas deste mundo!

 

De Córdoba à Granada, há dois meios de transporte e uma certeza: Independente da escolha, trem ou carro, é muito mais agradável a viagem por terra. Bom ficar por aí duas noites e um dia.

Saindo pela manhã, ainda dá pra almoçar no destino, de preferência no charmoso bairro Albaicín. Depois, para digerir em grande estilo, passeie por este canto divino de Granada. Suas vielas são cheias de surpresas e belezuras, como os cármenes, casarões típicos com jardins de tirar o fôlego. Se aguentar, suba até o Mirador San Nicolás e vislumbre o majestoso Alhambra, de preferência no por do sol.

Dia seguinte, dedique-se inteiramente à cereja do bolo andaluz: o palácio do Alhambra e Generalife. Nada a comentar, só vendo!!!

Para fechar com chave de ouro cravejada de brilhantes a sua estada, vá assistir a um espetáculo de flamenco em Sacromonte, numa das cavernas encravadas em sua encosta onde, no passado, ciganos locais apresentavam-se espontaneamente. Informe-se no hotel pois a qualidade dos espetáculos é variável, mas ainda guardam uma certa magia.

– RONDA:

 

Nenhuma foto traduz a dimensão das Cuevas de Nerja!

Nenhuma foto traduz a dimensão das Cuevas de Nerja!

 

Seguindo para Sevilha, recomendo um desvio no roteiro andaluz para conhecer uma preciosidade pré-histórica, nas redondezas de Málaga. São as monumentais Cuevas de Nerja, uma série de grandes e impressionantes cavernas, com pinturas rupestres e o maior vão coberto do mundo.

 

A deslumbrante "Praça de Toros"  em Ronda!

A deslumbrante “Praça de Toros”  de Ronda!

 

Terminada a visita, que dura de duas a três horas, siga para dormir na adorável Ronda, cidade com localização incrível e legado mouro precioso, cuja praça de touros é emblemática e a temporada em “Corrida Goyesca”, das mais concorridas do país. Aconselho um lauto jantar no inesquecível “Tragabuches”.

Acordando, dê uma passeada pela cidade e pé na estrada.

– SEVILHA: 

 

Resumo da história local, como vemos nesta foto legado romano, mouro e católico, Sevilha é a mais majestosa das cidades andaluzes!

Resumo da história local, como vemos nesta foto legado romano, mouro e católico, Sevilha é a mais majestosa das cidades andaluzes!

 

Finalmente chegamos à majestosa Sevilha, a mais “cosmopolita” das três jóias da coroa andaluz, cidade que incorpora perfeitamente a rica história da região, com legados mouro, judeu e católico, além de outras importantes atrações.

Portanto, hospede-se por três noites e dois dias completos. Podendo, dê preferência ao emblemático “Alfonso XIII”, hotel que encarna o espírito da cidade, com sua linda arquitetura mudéjar, mais móveis e objetos de época. Estando ou não sob seu teto, jante por lá no primeiro dia, é muito requintado e o gazpacho inesquecível.

Dia seguinte, primeira providência: rodar pela parte antiga da cidade a bordo de uma charrete linda e, no final, desembarcar na Praza Del Triunfo. Aí, dê um passeio a pé curtindo as fachadas lindas de seus palácios e rume para o labirinto de Santa Cruz, o velho bairro judeu local, com o firme propósito de se perder. É demais. Dá pra passar o dia inteirinho sem repetir uma casa. Antes que ele acabe, vá para o deslumbrante rio Guadalquivir e faça o passeio de “bateau mouche”: Foi daí que Colombo zarpou pra descobrir a América.

 

Os tablados sevilhanos são uma glória!

Os tablados sevilhanos são uma glória!

 

Para o segundo dia, listo as atrações que recomendo:
– A Catedral e La Gironda (Vista deslumbrante da cidade);
– Real Alcazar, fiquei boquiaberta;
– Hospital de Los Venerables;
– Plaza de Toros de La Maestranza (não perca seu charmoso museu);
– Torre del Oro;
– Arquivo das Índias.
– Feche sua festa andaluz indo a um dos maravilhosos “tablados” sevilhanos.

No mais, só o ditado “Conheça o mundo antes que o deixe”. Ele é imperdível. BN

 

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