Um dos meus complexos nesta vida é ser uma nulidade manual, basta ver o quase garrancho que é minha letra: Penso em Champollion, às vezes, para ajudar a me decifrar! Quando trata-se de desenho, chega a ser aflitivo formular na cabeça algo que minhas mãos, simplesmente, não executam, como é com o quesito maquiagem, a minha é corretiva e olhe lá: Tiro olheira, acerto a pele, passo algo para dar um ar bronzeado, blush, rimel, baton e lamba os beiços. Então dica de maquiagem minha é basicona, mas tem valor dobrado e resiste à toda e qualquer falta de tecnologia na sua execução, ou seja, zero de chance de não funcionar!

Tudo isso pra introduzir na sua vida um presente que ganhei ontem, de uma amiga queridíssima, e não parei mais de usar: Batom em forma de lápis, da Clinique, “Chubby Stick”, mosturizing lip colour balm, diz a embalagem ( foto acima). Ou seja, é um brilho de cor suave mas viva, super hidratante, e que não deixa aquela sensação de cola super bonder na sua boca! Tudo de bom, com natural look!

Ouvir dizer que é brand new, mas se for do século XIX, me perdoem, não sou definitivamente deste ramo! BN

Num jantar em Brasilia, um amigo então casado com uma deusa da beleza, me confidenciou: Bebel a gente se acostuma com tudo nesta vida, menos com inteligência! Pensei com meus botões, tem um Einstein nesta linha, e tinha mesmo: Um mês depois o casal estava desfeito e a suspeita confirmada.

Pensei muito nele, ontem, vendo o delicioso “Diana Vreeland, o olhar tem que viajar”, no Festival do Rio, que continua rolando com toda energia e muita coisa boa! Imaginem um documentário sobre os assuntos mais manjados e revirados desta e de outras atualidades: Moda, Belle Epoque, Ballet Russes, as décadas de 20 e 60 do sec XX, Paris, Nova York, Editoria de moda, Harper’s Bazaar, Vogue, celebridades, Costume Instutute do Metropolitan Museum of Arts, etc, etc,etc! Alguém ainda aguenta-os, sem  bocejar? Pois vou te contar que sim.

A inteligência suprema da documentada Diana Vreeland, suas tiradas de humor curto e fino, temperadas com beleza, elegância e requinte pela diretora Lisa Immordino nos fazem viver, no cinema, a máxima de JK: Duas horas em dois minutos! Querido amigo, você estava coberto de razão e você vá correndo contatar, os burros que nos perdoem, mas inteligência é fundamental! BN

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Vocês não sabem o que é de maravilhoso e delicioso este suflê!
Quase tem briga pra ver quem pega o último!
Edna, cozinheira de mão cheia, me deu a receita.
Deleitem-se!

Ingredientes:
1 maço de espinafre
1 colher de sopa de manteiga
1/4 de uma xícara de cebola picada
2 dentes de alho bem picadinhos
3 colheres de farinha de trigo
1 1/2 xícara de leite
6 ovos separados
Queijo parmeson ralado
1 colher de chá de fermento Royal
Sal e pimenta do reino à gosto

Modo de fazer:
1-Limpe e lave bem o espinafre. Coloque para cozinhar no vapor. Depois de deixar esfriar, aperte com as mãos e pique-os bem fininhos.
2-Coloque numa panela a cebola, o alho e a manteiga e deixe dourar. Junte o espinafre e deixe refogar até ficar bem seco; reserve.
3-Numa panela coloque o leite, a farinha de trigo, as gemas, sal e pimenta e leve para o fogo mexendo sem parar até formar um creme bem grosso. Acrescente então o espinafre, misture bem e deixe esfriar. Junte as claras em neve e o fermento mexendo bem devagar. Polvilhe com o queijo parmeson.
E agora, formo bem quente por 15 minutos!
Para 3 pessoas. Se quiser pra mais, aumente tudo, menos os ovos!
Inesquecível e viciante!

AC

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