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Eis os chics melões andinos!

 

Corro o mundo sempre atenta ao fantástico show da vida e dele edito o que acho que possa vos interessar… Viramos uma simbiose.

Na sequência, estava no meu universo paralelo, o Hortifruti, quando algo me chamou a atenção: “Melão dos Andes”. Me desculpem a ignorância, nunca tinha visto nem ouvido sobre ele. Imediatamente, trouxe-os para casa e provei, só para contar pra vocês: É delicioso, quando está maduro.

Iguais aos seus irmãos mais graúdos no gosto, fisicamente eles são verde cana e pequetitos como um abio, jambo, cambucá… Mas talvez a manga carlotinha seja sua mais perfeita tradução.

 

Aqui alçam vôo solo, atrás de um lugar ao sol e na sobremesa de nossas casas!

Aqui alçam vôo solo, atrás de um lugar ao sol e na sobremesa de nossas casas!

 

Ficam perfeitos como entrada completando uma salada de verão ou de sobremesa, incrementando uma salada de frutas ou fazendo carreira solo, como acima! BN

 

 

A chegada da Achachairú à minha mesa foi com toda pompa e circunstância!

Close up!

 

Divina! É o mínimo que posso falar desta pequena pérola em forma de fruta que descobri na Cobal do Leblon, dia destes, e que atende por um nome praticamente impronunciavel: Achachairú, pode? Deve, ela aguenta qualquer rojão!

 

O arbusto de achachairú: pra você ligar o nome à pessoa!

 

Nem venham me fuzilar pelo atraso em colocá-la no meu cotidiano, já passei o dia ajoelhada no milho, pagando pelo pecado da distração.

 

Achachairú em vários ângulos!

 

Para os que são da minha laia, repasso o aprendizado: Originária do México, Bolívia ou da “genérica” América Central (o google ainda não se definiu), esta “divindade gastronômica” espalhou-se pelas florestas e cerrado brasileiro, discretamente, como é o seu feitio: ela passa desapercebida pelos que apostam na opulência física. Mas, quando reconhecida, é love at first bite!

 

Desviando do vôo cego; ei-la por dentro!

 

Pra terminar, algumas pistas: ela é maior que siriguela e menor que abio, seu sabor lembra muito o do mangostin asático e a cor certa é o amarelo vivo. Portanto, aconselho a você que ainda está na “noite dos tempos” a sair da inércia, tomar o rumo do mercado e entregar-se a este vício do bem, que também atende pelo nome de “Fruto do Macaco”: nossos antepassados sabem das coisas! BN

 

Achachairú no pé…

Sendo colhida…

E sendo consumida…

 

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