Você já foi pego de surpresa ao saber que tem que receber convidados e adora uma mesa caprichada? Pois é, nestas horas nunca temos flores frescas pois o dia de comprar é sempre o dia seguinte, a toalha não está engomada e temos que nos virar para tudo ficar impecável.

Uma excelente solução que nos salva é o porta-guardanapo, eles combinam com qualquer serviço americano, seja de fibra natural, adoro um serviço de palha, ou de tecido, eles viram  sempre a “star” de qualquer mesa! Vejam que lindos estes de Dani Pessoa..

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São todos lindos, maravilhosos e é realmente difícil escolher…

CONTATO:

Dani Pessoa + 55 61 8147 8868

 

 

 

Fiz um jantar para um amigo frances que estava de passagem pelo Rio, e resolvi usar esta louça com as vistas maravilhosas de nossa cidade, cada prato diferente do outro e todos pintados à mão, pra ele ficar ainda mais impactado do que já é com o Rio!

O jogo americano é de Minas Gerais, da Lygia Mattos, todo com motivos de “chinoiserie”, assim como os copos, da EYER, tudo branco e azul, combinação que amo!

Os centros de mesa são da Casa da China, e as flores não estavam nada grande coisa, pois foi numa quarta, dia seguinte de feriado, ou seja, nem a Cadeg nem a Cobal puderam me ajudar muito, deu só pra quebrar o galho!

 

AC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

OS PRATOS COM AS VISTAS DO RIO DE JANEIRO, UM DIFERENTE DO OUTRO!

 

 

 

 

AC

 

Saiu, ontem, a mega festejada lista anual dos 50 melhores restaurantes do mundo ( só que ela, na realidade, nomeia 100)!

Organizada, há 10 anos, pela revista inglesa “Restaurant Magazine”, a  “S.Pellegrino World’s 50 Best Restaurants” é um retrato anual das opiniões e experiências de 837 especialistas, escolhidos para julgar os melhores lugares para se comer, no planeta. O que constitui o “melhor” é deixado a critério destas pessoas viajadas e confiáveis, que compõem a “Academia Electrolux dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo”.

A Academia é composta por 27 regiões distintas do mundo. Cada região tem seu próprio painel de 30 membros composto por donos de restaurantes, chefs, escritores de comida e viagens e gourmands e um presidente, que dirige este painel. Os presidentes da Academia são selecionados pela revista “Restaurant” por seu conhecimento de cada região.

 

A chef orgulho nacional, Roberta Sudbrack, com um amigo e o gourmet/ gourmand, Ed Motta, na festa de confraternização em torno do Vinho do Porto, ontem, no Rio de Janeiro.

 

Não há critério para que o voto  seja decidido. Assim, uma experiência interessante em um estabelecimento simples, onde descobre-se inovação excepcional, pode ser julgada melhor do que uma refeição mais opulenta, em um restaurante amplamente festejado. A escolha fica inteiramente a critério dos membros julgadores. Tudo o que os organizadores  pedem é que sejam respeitadas algumas regras. Os resultados da lista são o simples cômputo de todos os votos expressos pelos membros da Academia, em todo o mundo. Detalhes : nossa “Blogueira por Uns Dias”, a maravilhosa e incansável curadora de arte, Vanda Klabin,  é membro da Academia: poderosa…

 

A queridíssima amiga Vanda Klabin, membro do jurí mais bombado da gastronomia mundial!

 

Esta lista é baseada, sobretudo, em experiências pessoais. Com isso, ela nunca pode ser considerada definitiva mas é, sem dúvida, uma pesquisa honrosa de gostos atuais e um indicador crível dos melhores lugares para comer em todo o mundo!

MUDANÇAS QUE ME CHAMARAM A ATENÇÃO:

– O dinamarquês NOMA cai para segundo lugar, cedendo o título de “simply the best” para o espanhol El CELLER CAN ROCA, de Gironda: trocaram de posição;

 

Comandado por três irmãos, Joan, Josep e Jordi, o restaurante “El Celler Can Roca”, em Girona, Espanha, foi eleito o melhor do mundo… Na foto,  trio recebendo seu Oscar: Joan é o chef, Josep o semmelier e Jordi, o caçula, é responsável pelas sobremesas: “Comida inteligente, divertida e absolutamente saborosa”! Com estes adjetivos os jurados descreveram os melhores!

 

 

– Dos dez primeiros colocados, três são espanhóis, logo a Espanha é o centro gastrô mundial e San Sebastian sua principal referência pois dois são da cidade;

 

O charmoso e divino Mugaritz entra em quarto lugar, também representando a Espanha, país que brilha no topo do Olimpo gastronômico do mundo: seu chef Andoni Aduriz foi discípulo do grande Ferrán Adria!

 

– O Brasil entra na lista três vezes: Com o D.O.M, do craque Alex Atalla, BRASIUIUIUIU, em sexto lugar (ano passado ele foi quarto), o MANI da maravilhosa chef gaúcha, Helena Rizzo (ela saiu do lugar 51 para o 46), e o carioca da gema, ROBERTA SUDBRACK, comandado pela chef sensação que lhe nomeia, em octogésimo, um atrás do estrelado chef francês Alain Ducasse e seu restaurante do Plaza Athénée, em Paris ( em Septuagésimo nono);

 

O trio de ouro do quatro bocas nacional, Roberta Sudbrack, Alex Atalla e Helena Rizzo, estão entre os 100 melhore… Na foto, super bem acompanhados pelo “marraviyoso”,  Claude Troisgros (o restaurante de sua família, La Maison Troisgros, entra em 94).

 

– Da França, o maravilhoso L’ARPÈGE foi escolhido como o melhor do país, aparecendo apenas em décimo sexto lugar, na lista promovida pela revista que é inglesa…

 

O melhor francês!

 

– O melhor restaurante da Itália é o OSTERIA FRANCESCANA, em Modena, cotado como o terceiro melhor do mundo, subindo três posições em relação ao ano passado;

 

A very cool Osteria Francescana, em Modena, liderou os italianos!

 

– De NYC: o sofisticado ELEVEN MADISON entra em quinto lugar, meu querido PER SE cai pra décimo primeiro e o simpático BERNARDIN mantém a décima nona posição: a “Big Apple” continua sendo a referência gastronômica dos EUA;

 

O melhor americano é o ” 11 Madison”, de NYC, bien sûre!

 

– O melhor dos asiático é  japonês de Tóquio, NARISAWA, que entra em vigésimo lugar e o AMBER, primeiro chinês, aparece em trigésimo sexto;

 

O restaurante japonés Narisawa, em Tóquio, é o melhor asiático!

 

O restaurante Amber, de Hong Kong, fica no hotel Mandarin e é o melhor da China!

 

– Uma surpresa: o $$$$ dos BRICS ainda não chegou à cozinha, pois a Índia não tem representante entre os 100 mais e a Rússia aparece, na lanterninha (literalmente, em centésimo), com seu VARVARY, de Moscou.

 

Varvary é o centésimo restaurante da lista de melhores e o nono da de mais caro do mundo!

 

– Por falar em BRICS, só dois restaurantes africanos figuram na lista: ambos são da África do Sul!

 

O charme da fachada do considerado melhor restaurante da África: “The Tasting Room at the Quartier Français”, ufa que nomão… Sua maravilhosa chef, Margot Janse, esteve no Rio, chez Troisgros, e eu tive a sorte de experimentar sua comida, na maravilhosa companhia de AC!

 

– Duas gratíssimas escolhas: os peruanos ASTRID Y GASTÓN, em décimo quarto e o CENTRAL, fechando a lista em qüinquagésimo lugar, ambos em Lima;

 

Lima bombou emplacando dois restaurantes entre os 50 primeiros.. Este é o Astrid Y Gastón!

 

– Outra escolha que amei: o mexicano PUJOL sai de trigésimo sexto para décimo sétimo. Nota triste: los hermanos, infelizmente, não emplacaram nenhum nome…

 

A cidade do México também brilhou com dois representantes. Este é o sofisticado Pujol, cujo criativo chef usa a tradição da divina culinária mexicana aliada à criatividade!

 

OS CINQUENTA MAIS:

  1. El Celler de Can Roca, Girona, Espanha;
  2. Noma, Copenhague, Dinamarca;
  3. Osteria Francescana, Modena, Itália;
  4. Mugaritz, San Sebastián, Espanha;
  5. Eleven Madison, NYC, EUA;
  6. D.O.M., São Paulo, Brasil;
  7. Dinner by Heston Blumenthal, Londres, Gran Bretanha;
  8. Arzak, San Sebastián, Espanha;
  9. Steirereck, Viena, Áustria;
  10. Vendôme, Bergisch Gladbach, Alemanha;
  11. Per Se, NYC, EUA;
  12. Frantzén/Lindeberg, Estocolomo, Suécia;
  13. The Ledbury, Londres, Gran Bretanha;
  14. Astrid y Gastón, Lima, Perú;
  15. Alinea, Chicago, EUA;
  16. L’Arpège, París, França;
  17. Pujol, Cidade do México, México;
  18. Le Chateaubriand, París, França;
  19. Le Bernardin, NYC, EUA;
  20. Narisawa, Tóquio, Japão;
  21. Attica, Melbourne, Austrália;
  22. Nihonryori RyuGin, Tóquio, Japão;
  23. L’Astrance París, França;
  24. L’Atelier Saint-Germain de Joël Robuchon, París, França;
  25. Hof Van Cleve, Kruishoutem, Bélgica;
  26. Quique Dacosta, Denia, Espanha;
  27. Le Calandre, Rubano, Itália;
  28. Mirazur, Menton, França;
  29. Daniel, NYC, EUA;
  30. Aqua, Wolfsburg, Alemanha;
  31. Biko, Cidade do México, México;
  32. Nahm, Bangkok, Tailândia;
  33. The Fat Duck Bray, Bray, Gran Bretanha;
  34. Fäviken, Järpen, Suécia;
  35. Oud Sluis, Sluis, Bélgica;
  36. Amber, Hong Kong, China;
  37. Vila Joya, Albufeira, Portugal;
  38. Restaurant Andre, Singapura;
  39. 8 1/2 Otto E Mezzo Bombana, Hong Kong, China;
  40. Combal.Zero, Rivoli, Itália;
  41. Piazza Duomo, Alba, Itália;
  42. Schloss Schauenstein, Fürstenau, Suiça;
  43. Mr & Mrs Bund, Shanghai, China;
  44. Asador Etxebarri, Atxondo, Espanha;
  45. Geranium, Copenhagen, Dinamarca;
  46. Mani, São Paulo, Brasil;
  47. The French Laundry, Yountville, EUA;
  48. Quay, Sydney, Austrália;
  49. Septime, París, França;
  50. Central, Lima, Perú.
Clique aqui para a lista dos 100 melhores!

 

A plaquinha anunciando a musse de fruta do conde!

 

Esta musse de fruta do conde, pinha ou ata, dependendo da região brasileira em que estivermos, foi a sobremesa do jantar deste post . Como mostra a foto no final do texto, servi-a dentro de cocos secos, um dos elementos mais indispensáveis à minha existência gastronômica, por conta do aperto que é minha mesa de jantar: não sou muito de comida “empratada” mas acho elegante quando colocada dentro de legumes ou frutas. E principalmente se o conteúdo for da mesma natureza do continente, aí é a perfeição.

Mas vamos à receita desta musse que, no seu gênero, é a melhor que conheço graças à competência da maravilhosa Irene. A gente chega a achar que está comendo a fruta pura… O segredo é a quantidade (10 unidades de frutas do conde) e o ponto de maturação (Tem que estar madurésima!). BN

MUSSE DE FRUTA DO CONDE:

INGREDIENTES:
1 Lata de leite moça;
1 Lata de creme de leite;
50 g Gelatina, sem sabor;
6 Claras em neve;
10 Frutas do conde;
2 Xícaras de creme de leite fresco.

PREPARO:
– Abra as frutas do conde ao meio, com uma colher de sopa, separando a polpa e caroços;
– Passe por uma peneira para separar a polpa dos caroços e reserve a polpa;
-Por os caroços em um tabuleiro e separar os gomos dos caroços;
– Junte os gomos à polpa que estava reservada e este resultado chamaremos de “fruta do conde”;
– Dissolva a gelatina em meia xícara de água gelada e leve ao banho maria;
– Coloque, no liquidifcador, o leite condensado, o creme de leite, a metade da “fruta do conde” e a gelatina;
– Bater tudo por dois minutos e reservar o creme que se formou;
– Junte a este creme o de Chantilly (receita abaixo) e as claras em neve;
– Enformar numa forma grande ou em forminhas individuais e levar à geladeira por 4 horas;
– Desenforme e cubra com a outra metade das “fruta do conde”que foi reservada. Voílà, pronto pra servir!

CREME DE CHANTILLY:

INGREDIENTES / PREPARO:
Bata, no liquidificador, 2 xícaras de creme de leite fresco (que bata Chantilly) com uma xícara de açúcar Fit, marca União, até formar um creme.

 

Ei-la!

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