Sandálias atemporais com bossa contemporânea apontam outra vez as antenas do design brasileiro para as criações da Not a Shoe, que está de volta para refrescar o circuito com suas anabelas e flats de couro feitas à mão, em cores vibrantes e pedrarias únicas. Leves e descontraídas, as peças assinadas pela estilista Ana Gabriela Velloso Lage trazem statements de personalidade que transitam com a maior desenvoltura entre o casual, experimental e clássico, movimentos que acompanham sua trajetória de vida.

 

 

 

Seu processo criativo vai além de padrões, não existe em sua fórmula de sucesso uma poção mágica capaz de reproduzir designers à sua moda – autoral e única como cada peça que colore seu ateliê, é preciso conhecê-la de perto para entender o nascimento das coleções que refletem mais seu estado de espírito que tendências. O que se vê em suas sandálias é uma delicada equação entre o clássico e o básico em nome da elegância. Em seu trabalho, a busca de forma constante de uma identidade própria que transcenda tendências e siga sempre atual em qualquer temporada.

 

 

 

Em sua precisão sutil, Ana Gabriela tem criado coleções que valorizam o estilo de vida da mulher moderna, livre e de personalidade definitiva. Em foco, nunca em xeque, um design de vanguarda que transcende fronteiras e conceitos em nome de uma moda global. A marca ressurge com o mesmo espírito slow fashion e artesanal que definiram seu DNA inventivo. “Quero que cada cliente se sinta usando uma joia nos pés porque cada peça é cuidada e pensada como uma preciosidade mesmo”, explica Ana Gabriela.

 

AC

 

 

   

 

 

Fotos GILZA VELLOSO

 

AC

 

Nós todas temos algum sapato lindo, mas que só de olhar desanima por conta do salto… Penso logo se onde vou terei que ficar em pé por muito tempo, monto logo a cena da tortura do salto, desisto de imediato e parto em busco do conforto.

Pois nossos problemas acabaram! Pode pegar o salto mais alto e estratosférico do planeta e subir em cima, mas antes… tem que passar este spray dentro do sapato: milagre à vista!

E tem a versão mini para levar na bolsa em caso de “emergencia”!

Pode comprar na AMAZON

ou no site da HOLLYWOOD FASHION SECRETS

 

AC

Museu do Louvre: Maria TM e sua belíssima iniciação no mundo das artes! BN

 

Recebemos hoje, pra nos contar novidades por onde andou, minha filha muito amada, Maria TM… Sigamos com ela! BN

“Das minhas primeiras lembranças de Paris foi ter passado 5 dias indo ao Louvre acompanhada de um grupo só de mulheres (entre elas minha avó, mãe, irmã, 3 amigas, Beyoncé, Anitta, tia Surica…). Tinha 8 anos e nunca mais pisei por lá, mas se hoje em dia eu tenho curiosidade e gosto por exposições e arte, sei que provavelmente deve ter sido por causa disso.

Sempre que chego em Paris (ou qualquer outra cidade grande), gosto de saber o que está passando em museus como d’Orsay, Pompidou, Orangerie, Arts Décoratifs… Dessa vez, graças à algumas dicas de locais, pude fazer um roteiro não tão “mainstream”, mas de exposições super bacanas que valhem muita à pena ver.

 

“O Espírito Francês” na Maison Rouge! BN

 

1- “L’Esprit Français Contre-Cultures 1969-1989”, na Maison Rouge
Faz parte da alma do francês se rebeliar. Aquela insatisfação crônica com uma pitada de cinismo que faz ele reclamar e desaprovar praticamente tudo está escrita em seu DNA.(Obs: eu digo isso com todo carinho do mundo, inclusive se eu vou pra Paris e não levo nenhum forinha de francês, é quase como se não tivesse ido.)
E a exposição “L’Esprit Français Contre-Cultures 1969-1989” mostra justamente a formação desse “espírito francês” crítico, irreverente e contestador através de mais de 700 obras e documentos (cartazes, revistas, jornais, vídeos, etc) – alguns deles estranhamente atuais.

 

O marchant mais descolado do início do século XX e seus eleitos… BN

 

2- “21, Rue la Boétie”, no Musée Maillol
O endereço “21, rue de la Boétie” que dá nome à exposição, foi onde Paul Rosenberg abriu sua primeira galeria em Paris, no início do século passado. A exposição traça a trajetória do marchand (dos maiores da primeira metade do século 20), que também foi agente de grandes pintores da época. São 60 obras expostas de artistas como Picasso, Léger, Matisse, Braque ligadas diretamente ao dealer, além de outras contextualizando o momento histórico e artístico da época.

 

Balanciaga e o “pretinho” nada básico em mostra maravilhosa! BN

 

3- “Balenciaga, L’Oeuvre au Noir”, no Musée Bourdelle
Valeria a ida ao museu Bourdelle, só pra ver a coleção incrível de esculturas de bronze assinadas pelo artista, nos jardins da casa. A exposição monocromática “Balenciaga, L’Oeuvre au Noir” mostra a relação do “costureiro dos costureiros” com a cor (ou não cor) preta. São dezenas de vestidos, tailleurs, saias, manteaus… deslumbrantes do espanhol; exibidos num trajeto de 3 partes: “silhueta e volume”, “preto e luz”, “preto e cor”.

 

 

 

Marca que tomou conta dos pés das cariocas mais descoladas, a Felipa acaba de lançar sua coleção de espadrilles flats inspiradas nas meninas do Leblon e todo o lifestyle do bairro em que a grife nasceu.

A barraca de praia do Posto 12, a imperdível casquinha de sorvete na Dias Ferreira, os óculos escuros para admirar a paisagem do Mirante e, claro, a própria menina do Leblon, que também aparece bordada nas peças em linho cru criadas por Mariana Luchi.

Tudo bem simples e bem chique!

AC

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...