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Sophia Loren.

 

Sophia Loren hoje com 82 anos ainda é musa de beleza e sexualidade. Napolitana e ainda considerada das mais lindas e elegantes do cinema mundial. Sophia foi descoberta por Carlo Ponti, no filme “Africa Sotto il mare”, se casaram e tiveram dois filhos Carlo Jr e Eduardo. Carlo Ponti, não só conseguiu ganhar o coração da bela diva italiana , mas ele manteve bem acesa a paixão por 50 anos. Só a morte de Carlo, com 94 anos,em 2007, conseguiu separar os dois.

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Carlo Ponti e Sophia Loren.

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Casal feliz por 50 anos.

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Sophia com seus dois filhos Eduardo e Carlo Ponti jr.

Em 1962 Sophia ganhou o Oscar de melhor atriz pelo filme “Duas mulheres”, do diretor Vittorio de Sica. No drama, ela interpreta uma viúva que abandona Roma com a filha de 13 anos para fugir das bombas da Segunda Guerra Mundial. Foi a primeira vez em que uma atriz recebeu o prêmio da Academia pelo desempenho em um filme de língua não inglesa.

 

Ela foi considerada durante a década de 60 como uma das estrelas de cinema mais populares do mundo, inclusive, um dos grande símbolos sexuais de seu tempo assim como Brigitte Bardot. Sua carreira atingiu o auge em 1964, quando recebeu 1 milhão de dólares para estrelar o filme “A queda do império Romano”.

Ela fez mais de 100 filmes e diversos seriados de TV, foi e continua um sucesso, mês passado foi a “garota propaganda “do desfile sensacional do Dolce e Gabanna em Nápoles, onde até uma medalha de honra, ela recebeu da cidade. Sophia não é fácil e sua carreira ficará marcada para sempre no cinema e na arte.

 

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A beleza de Sophia Loren FOREVER

 

Não percam este filminho abaixo com várias partes de seus filmes, um DELEITE TOTAL!

 

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Estava almoçando em NY quando adentra o restaurante DIANE KEATON, linda, chic, sorridente, e senta-se, com duas amigas, na mesa ao lado da nossa.

Repleta das marcas que o tempo nos traz, ela continua bela, sofisticada e simples ao mesmo tempo, uma pessoa que passa um bem estar interior com suas opções em relação ao “envelhecer”: ela não sucumbiu a nenhuma técnica alternativa, não caiu em tentação em relação à cirurgia plástica, nem ao Botox e aos preenchimentos, e assim, se impõe de maneira distinta ( todas as mesas no restaurante estavam repletas de “retocadas”, poucas resistem, não é?), dentro de um universo singular seu, onde as rugas e a beleza convivem de maneira harmoniosa.

 

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Ela acaba de lançar um livro, “Let’s Just Say It Wasn’t Pretty”, de memórias e opiniões sobre a vida, a beleza e o envelhecimento, que já está na lista dos mais vendidos do New York Times!

Nada de revelações bombásticas, mas ela conta, hoje aos 68 anos, que “meu corpo está despencando”, ao “cometer o erro” de se olhar no espelho ao sair do banho… Para ela, a solução é enfrentar filosoficamente o tempo e aprender a conviver com as rugas e a bunda caída, ó céus… Ela diz: “É preciso força para assumir suas imperfeições. As pessoas me perguntam por que nunca fiz plástica. A verdade é que respeito tanto as mulheres que fizeram quanto as que não fizeram.”

 

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Com WARREN BEATTY

 

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Além de falar do tema envelhecer/ beleza, ela conta também dos seus relacionamentos com Woody Allen, Warren Beatty e Al Pacino ( “Tentei de tudo para fazer dele um marido; falhei. O que aprendi? Nunca se apaixone pelo Poderoso Chefão”).

 

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Com AL PACINO

 

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Com WOODY ALLEN

 

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Sempre se valendo de muito humor, ela conta sobre seus “vícios”- comprar casas, reformá-las e vendê-las, sobre sua vida domestica, sobre os filhos, num livro delicioso de ler, com pérolas magníficas como esta: “Para nós, que fomos separados da vida real pela fama, envelhecer é uma experiencia niveladora”. Não é ótima?

Resolvi fazer este post para mostrar que sim, cabelos brancos, rugas, beleza, elegancia e sofisticação, podem conviver perfeitamente bem, juntos!

AC

 

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AC

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Nesta minha sequencia de Musas do século XX, continuo aqui com a artista que foi considerada um dos maiores sex símbolo de todos os tempos: Norma Jeanne Morteson. a famosa Marilyn Monroe ( 1926 à 1962 ). Ela morreu com apenas 36 anos e marcou um século como poucas artistas o fizeram.

Nascida em Los Angeles, ficou órfã muito cedo, viveu em lares adotivos e orfanatos, e lutou a vida inteira contra a depressão, ansiedade e vicio.

Casou se a primeira vez com apenas 16 anos com James Dougherty ( de 1942 à 1946 ), depois casou se com um jogador de beisebol, Joe Dimaggio ( 1954 à 1955 ) e no ano seguinte com o dramaturgo Arthur Muller ( 1956 à 1961), mas todos terminaram em divorcio.

Apesar de sua morte precoce, seus filmes arrecadaram mais de duzentos milhões de dólares.

 

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Ela foi convidada para cantar ” happy birthday “, no aniversário do presidente americano John Kennedy, que foi seu amante. E este happy birthday se tornou um dos mais famosos do mundo! Contam que seu vestido foi costurado no corpo, de tão apertado que era, e sua voz virou um mito de sensualidade.

Vejam…

 

 

Adoro esta foto de um grande fotografo que conheci em Paris;  Willy Rizzo.

 

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DIAMONDS ARE GIRL ‘S BEST FRIEND…..delicia de musical e que foi um grande sucesso internacional.

 

Marilyn foi considerada um dos maiores ícones da cultura popular americana do século XX, são  poucos os rivais de Marilyn Monroe em popularidade, incluindo Elvis Presley e Mickey Mouse. O American Film Institute, nomeou-a como a sexta maior lenda da história do cinema nos Estados Unidos, e foi incluída na lista dos norte-americanos mais significantes de todos os tempos.

MP

 

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A ÚNICA MARIA CALLAS

 

Maria Callas foi realmente a maior cantora de ópera de todos os tempos, foi um fenômeno vocal, uma deusa no palco pois emanava uma grande energia.

Maria Anna Sophie Cecilia Kalogeropoulou nasceu em Nova Iorque em 1923, filha de imigrantes gregos. Seu primeiro contato com a música foi aos 9 anos, quando estudou piano em Nova Iorque. Aos 15 anos, após separação dos pais, volta a Grécia com a mãe e uma irmã. Lá entra para o conservatório Nacional de Atenas e começa a fazer sucesso no mundo da música ganhando vários prêmios.

Aos 19 anos encenou Tosca num teatro ao ar livre e a partir dai fez grande sucesso mas co a guerra resolve voltar para os Estados Unidos.

ITALIA 

Em 1947, Callas viaja para Italia para participar do festival de Opera de Verona onde conhece Giovanni Battista Meneghini, industrial amante de ópera, muito mais velho que ela, e este se tornaria seu empresário e marido. Meneghini foi muito importante em sua vida, além de grande incentivador e financiador de sua carreira, foi o pai que tanto lhe faltava.

 

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Maria Callas e seu marido Giovanni Meneghini.

 

Callas tinha uma disciplina incansável. Ela era perfeita, não só pela sua técnica vocal mas revolucionou a interpretação valorizando a palavra, o que não é fácil quando se trata de ópera. Callas entrava na pele da personagem, se identificava de tal modo com a música, que num mesmo espetáculo podia mudar de fisionomia mil vezes.

 

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Maria Callas e seu grande talento de interpretação.

 

A recompensa para tanta dedicação e trabalho veio com a consagração de diva absoluta: Callas abriu a temporada do maior templo de ópera mundial: O Scala de Milão por sete anos consecutivos. 

CARMEN DE BIZET INTERPRETADO POR MARIA CALLAS EM 1962. EXTRAORDINÁRIO!

 

Foi dirigida por Zeffirelli, em Tosca e Norma, em Londres, Paris e Nova Iorque. Luchino Visconti foi quem melhor trabalhou com Callas. Apesar de meticuloso e intervencionista, deu a Maria Callas liberdade de atuar. Com ele, ela brilhou em “La Traviata” de Verdi.

Mas como toda grande estrela Callas tinha um temperamento muito difícil, e durante sua carreira se indispôs com companheiros de trabalho e diretores.

ONASSIS 

Foi em Veneza, cidade mais charmosa e romântica do mundo, que Callas e Onassis se conheceram apresentados numa festa pro Elza Maxwell, a grande dama da sociedade americana. Callas estava no auge, seus espetáculos lotavam e sua plateia variava de Presidentes à artistas.

 

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Maria Callas entre Onassis e Meneghini.

 

Foi numa ocasião destas que em Julho de 1954, após assisti-la cantar, que Onassis convidou Callas e o marido para um cruzeiro em seu iate  “Cristina”. Haviam vários convidados no cruzeiro inclusive Winston Churchill.

Ao final da viagem o casamento estava desfeito, dando lugar a uma paixão avassaladora entre Callas e Onassis que mudaria definitivamente os rumas de suas vidas.

 

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Onassis e Callas na maior paixão.

 

A Partir de 1961 Callas não se apresentou mais mudando- se para Paris e se dedicando a vida mundana da cidade. Após dois anos de silencio, Zeffirelli, grande amigo e diretor, conseguiu convence-la de voltar a cantar e montou Tosca em Londres, no Covent Garden, e foi um espetáculo inesquecível.

Maria Callas representou mais e melhor que nenhuma cantora soprano ne sua época, 84 vezes com perfeição inatingivel a dificilima Norma de Bellini, 58 vezes a Tosca de Puccini.   

 

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Maria Callas pronta para cantar na Traviatta.

 

Em 1968 aconselhada por Onassis, voltou mais cedo de um cruzeiro para Paris, e no mesmo dia, Jackie Kennedy, a viuva mais charmosa e elegante da época, embarcou no “Cristina”, e neste mesmo ano, Onassis se casaria com Jackie deixando Callas numa profunda depressão, na qual nunca mais se recuperaria.

Sua vida foi como as óperas que representou: dramática!

Apesar de todo o glamour terminou em desolação e morreu em Paris em 1977, aos 53 anos, de uma parada cardíaca consequência de uma doença degenerativa.

Maria Callas viveu um grande amor, superou obstáculos, representou com garra e paixão inigualáveis. A grande diva superou todos os limites e chegou ao merecido Olimpo morada dos Deuses gregos.

MP

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